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Falo pelo Congresso, diz Renan sobre apoio a impeachment

O presidente do Senado afirmou que não pode falar pelo partido e que deve adotar posição isenta

Renan Calheiros: "Eu não falo pelo PMDB, eu falo pelo Congresso Nacional. O PMDB tem uma direção que fala por ele", disse o senador (Lula Marques/ Agência PT/Fotos Públicas)
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Da Redação

Publicado em 17 de março de 2016 às 19h11.

Brasília - Sob cobranças da oposição para que o PMDB assuma uma posição diante da possibilidade de impeachment da presidente Dilma Rousseff, o presidente do Senado e do Congresso Nacional, Renan Calheiros (PMDB-AL) afirmou que não pode falar pelo partido e que deve adotar posição isenta.

"Eu não falo pelo PMDB, eu falo pelo Congresso Nacional. O PMDB tem uma direção que fala por ele. Meu papel é representar o Congresso Nacional", disse Renan.

Da mesma forma, ele evitou comentar a nomeação do deputado Mauro Lopes (PMDB) ao ministério.

O peemedebista aceitou a Secretaria da Aviação Civil, após o partido assumir, em convenção na última semana, o compromisso de não receber por 30 dias novos cargos no governo.

Após o acirramento das investigações contra Lula e os grampos nas ligações com a presidente Dilma, que deixaram indícios de que a nomeação do ex-presidente teve o intuito de blindá-lo em ações na Justiça, a oposição adotou a estratégia de cobrar a saída do PMDB do governo.

Para Renan, o Congresso hoje está dividido, assim como a sociedade brasileira, e o presidente do Senado deve cumprir uma função institucional que preza pela isenção.

Essa foi a mesma justificativa apresentada por Renan para sua ausência na posse do ex-presidente Lula como ministro-chefe da Casa Civil.

"Eu não tenho ido às posses. Tenho dito que minha função é institucional e nada que possa derivar para uma participação política ou partidária merece ter o meu prestigiamento", afirmou.

Até as gravações virem à tona, na noite de ontem, Renan parecia ser o principal vínculo do Senado com o governo, especialmente pela proximidade com Lula.

Apesar de ter sido visto nesta tarde entrando no Palácio do Alvorada, Renan negou que tenha estado com a presidente ou com o ex-presidente Lula. "Eu? Quem?", desconversou. Mas afirmou que irá conversar com Dilma, como sempre.

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Brasília - Sob cobranças da oposição para que o PMDB assuma uma posição diante da possibilidade de impeachment da presidente Dilma Rousseff, o presidente do Senado e do Congresso Nacional, Renan Calheiros (PMDB-AL) afirmou que não pode falar pelo partido e que deve adotar posição isenta.

"Eu não falo pelo PMDB, eu falo pelo Congresso Nacional. O PMDB tem uma direção que fala por ele. Meu papel é representar o Congresso Nacional", disse Renan.

Da mesma forma, ele evitou comentar a nomeação do deputado Mauro Lopes (PMDB) ao ministério.

O peemedebista aceitou a Secretaria da Aviação Civil, após o partido assumir, em convenção na última semana, o compromisso de não receber por 30 dias novos cargos no governo.

Após o acirramento das investigações contra Lula e os grampos nas ligações com a presidente Dilma, que deixaram indícios de que a nomeação do ex-presidente teve o intuito de blindá-lo em ações na Justiça, a oposição adotou a estratégia de cobrar a saída do PMDB do governo.

Para Renan, o Congresso hoje está dividido, assim como a sociedade brasileira, e o presidente do Senado deve cumprir uma função institucional que preza pela isenção.

Essa foi a mesma justificativa apresentada por Renan para sua ausência na posse do ex-presidente Lula como ministro-chefe da Casa Civil.

"Eu não tenho ido às posses. Tenho dito que minha função é institucional e nada que possa derivar para uma participação política ou partidária merece ter o meu prestigiamento", afirmou.

Até as gravações virem à tona, na noite de ontem, Renan parecia ser o principal vínculo do Senado com o governo, especialmente pela proximidade com Lula.

Apesar de ter sido visto nesta tarde entrando no Palácio do Alvorada, Renan negou que tenha estado com a presidente ou com o ex-presidente Lula. "Eu? Quem?", desconversou. Mas afirmou que irá conversar com Dilma, como sempre.

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