Brasil

Cidade mineira bate 44,8ºC e tem dia mais quente já registrado no Brasil

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia foi o dia mais quente já registrado na história do Brasil

Turistas se protegem do calor na Acrópole, em Atenas, em 14 de julho de 2023 (AFP/AFP)

Turistas se protegem do calor na Acrópole, em Atenas, em 14 de julho de 2023 (AFP/AFP)

Estadão Conteúdo
Estadão Conteúdo

Agência de notícias

Publicado em 20 de novembro de 2023 às 19h08.

Última atualização em 20 de novembro de 2023 às 19h22.

Priorizar nos meus resultados Google

A cidade de Araçuaí, no interior de Minas Gerais, teve, neste domingo, 19, o dia mais quente já registrado na história do Brasil, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Em meio à onda de calor que atinge o País, o município, que possui 34.297 habitantes e fica a cerca de 600 quilômetros da capital do Estado, Belo Horizonte, registrou temperatura de 44,8ºC.

A marca, segundo o Inmet, supera a maior temperatura registrada no País até então: em 21 de novembro de 2005, os termômetros do município de Bom Jesus, no interior do Piauí, bateram 44,7°C.

Após dias de calor, SP vê chegada de frente fria

Na cidade de São Paulo, após dias consecutivos de extremo calor, a chegada de uma frente fria no fim de semana mudou o tempo e trouxe temperaturas mais amenas, além de chuvas mais generalizadas e intensas rajadas de vento.

Não há previsão de precipitação significativa para a capital paulista nesta segunda-feira, 20, feriado da Consciência Negra, segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da prefeitura.

A situação na capital só deve mudar a partir de quinta-feira, 23, quando as chuvas ficarão mais intensas. Já o calor terá ainda menos impacto, com máxima de até 30ºC entre quarta-feira, 22, e quinta-feira, 23.

Acompanhe tudo sobre:Climacidades-brasileirasCidadesMinas Gerais

Mais de Brasil

Real Time Big Data: Tarcísio tem 52% e Haddad, 35%, no 1º turno

Marçal inelegível de novo? Entenda decisão do TRE-SP e o que muda

TRE-SP mantém Marçal inelegível até 2032 e multa de R$ 420 mil

Flávio Bolsonaro aposta em repressão e Lula, em prevenção: os planos para segurança