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Santander não deveria ter personificado crítica, diz Campos

Apesar da crítica, candidato do PSB disse que a análise do banco foi correta

Eduardo Campos durante evento do PSB em Araçatuba (SP) (Divulgação/PSB)

Eduardo Campos durante evento do PSB em Araçatuba (SP) (Divulgação/PSB)

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Da Redação

Publicado em 28 de julho de 2014 às 21h02.

Brasília - O candidato do PSB à Presidência da República, Eduardo Campos, comentou nesta segunda-feira, 28, a carta enviada pelo banco Santander a correntistas sugerindo que a reeleição da presidente Dilma Rousseff levaria a uma piora da economia.

"A análise do cenário econômico feita pelo banco foi correta, mas o documento não deveria ter personificado a crítica", disse Campos.

Mais cedo, o candidato do PSDB Aécio Neves ironizou a postura do PT e do governo da adversária.

"O que o Santander fez foi explicitar o cenário atual da economia brasileira. Não adianta cobrar demissões porque teriam de demitir praticamente todos os analistas de todas as instituições financeiras", afirmou.

Em sabatina promovida pelo jornal Folha de S.Paulo, portal UOL, SBT e rádio Jovem Pan, Dilma considerou "muito perigoso" especular em situações eleitorais e disse que é "inadmissível" qualquer interferência nesse sentido.

Perguntada se o Santander havia feito essa interferência, respondeu: "A pessoa que escreveu a mensagem (do Santander) fez isso, sim, e é lamentável e inadmissível".

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