918.876 brasileiros estão aptos a votar no exterior, distribuídos por 134 países (Leandro Fonseca /Exame)
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Publicado em 25 de outubro de 2026 às 11h26.
Brasileiros no exterior relatam filas para votar no segundo turno das eleições presidenciais, com problemas logísticos registrados no Porto e interrupções de energia em Dublin. Em Lisboa, a expectativa é de 40 mil eleitores a mais em relação ao primeiro turno. Segundo o TSE, 918.876 brasileiros estão aptos a votar em 134 países, número 31,82% superior ao de 2022. Pesquisas Quaest e Datafolha apontam empate técnico entre Flávio Bolsonaro, com 51% dos votos válidos, e Lula, com 49%. Nos resultados parciais no exterior, Lula venceu em países como Austrália, China e Nova Zelândia, enquanto Flávio venceu no Japão, nas Filipinas e na Malásia. Os resultados por país não permitem antecipar o desfecho nacional.
Brasileiros que vivem no exterior relataram filas para votar no segundo turno das eleições presidenciais, neste domingo, 25, em cidades como Paris, na França, e Lisboa, em Portugal.
Além das filas, eleitores relataram problemas logísticos em alguns locais de votação. No Porto, em Portugal, a falta de mesários teria contribuído para a demora no atendimento.
Já em Dublin, na Irlanda, eleitores relataram interrupções no fornecimento de energia elétrica por mais de 30 minutos.
Em Lisboa, o cônsul-geral do Brasil, Alessandro Candeas, estima que o número de eleitores seja 40 mil superior ao registrado no primeiro turno. O aumento ocorre em meio a esforços para reduzir a abstenção entre brasileiros residentes no país europeu.
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 918.876 brasileiros estão aptos a votar no exterior, distribuídos por 134 países. O número representa um crescimento de 31,82% em relação a 2022. Fora do Brasil, os eleitores podem votar apenas para os cargos de presidente e vice-presidente da República.
A votação no exterior começou pela Nova Zelândia, onde as urnas foram abertas às 16h de sábado (24), pelo horário de Brasília. Na sequência, eleitores votaram em cidades da Austrália e, posteriormente, no Japão, na Coreia do Sul e no Timor-Leste, em razão das diferenças de fuso horário.
Nos países em que a votação já foi encerrada e os resultados divulgados, Lula venceu na Coreia do Sul, na Nova Zelândia, na Austrália, na China e em Cingapura. Flávio Bolsonaro, por sua vez, venceu no Japão, nas Filipinas e na Malásia.
Os resultados por país, no entanto, não permitem antecipar o desfecho da eleição brasileira. O resultado nacional depende da totalidade dos votos apurados no país e no exterior, conforme a divulgação oficial da Justiça Eleitoral.
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 918.876 brasileiros estão aptos a votar em 134 países, um aumento de 31,82% em relação a 2022.
Eleitores relataram filas em cidades como Paris, Lisboa e Londres. No Porto, a falta de mesários teria contribuído para a demora, enquanto, em Dublin, houve relatos de interrupções de energia elétrica por mais de 30 minutos, sem comprovação de relação com a votação.
O cônsul-geral do Brasil, Alessandro Candeas, estima que Lisboa tenha 40 mil eleitores a mais em comparação com o primeiro turno, em meio a esforços para reduzir a abstenção entre brasileiros residentes em Portugal.
Pesquisas Quaest e Datafolha divulgadas na véspera da votação apontaram Flávio Bolsonaro com 51% e Lula com 49% dos votos válidos. Os resultados configuram empate técnico dentro da margem de erro dos levantamentos.
Lula venceu na Coreia do Sul, na Nova Zelândia, na Austrália, na China e em Cingapura. Flávio Bolsonaro venceu no Japão, nas Filipinas e na Malásia.
Não. Os resultados por país não permitem prever o desfecho da eleição brasileira, que depende da apuração total dos votos no Brasil e no exterior.
A Nova Zelândia foi o primeiro local a abrir as urnas, às 16h de sábado (24), pelo horário de Brasília. Em seguida, a votação começou em cidades da Austrália e, posteriormente, no Japão, na Coreia do Sul e no Timor-Leste.