Brasil

Bernardo vê expansão perto de 8% neste ano

O ministro do Planejamento disse que o crescimento se mantém, embora em ritmo menor

Paulo Bernardo, ministro do Planejamento: continuamos tendo crescimento (Antonio Cruz/AGÊNCIA BRASIL)

Paulo Bernardo, ministro do Planejamento: continuamos tendo crescimento (Antonio Cruz/AGÊNCIA BRASIL)

DR

Da Redação

Publicado em 9 de dezembro de 2010 às 10h46.

Priorizar nos meus resultados Google

Brasília - O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, previu nesta quinta-feira que a economia brasileira terá um crescimento "próximo de 8 por cento neste ano".

Sobre o dado do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre, divulgado pela manhã, ele disse que o crescimento se mantém, embora em ritmo menor.

"Falei com o presidente (Luiz Inácio Lula da Silva) agora pouco sobre o PIB e mostrei para ele que continuamos tendo crescimento, embora proporcionalmente menor, sob uma base maior", afirmou ele durante evento de apresentação do balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Dados desta manhã mostraram que a economia brasileira cresceu 0,5 por cento no terceiro trimestre sobre o segundo, a menor taxa desde o primeiro trimestre de 2009, e avançou 6,7 por cento na comparação anual.

Bernardo, que deixará o Planejamento e assumirá o Ministério das Comunicações no governo da presidente eleita Dilma Rousseff, afirmou que os destaques positivos dos números apresentados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foram os investimentos.

"A situação da indústria mostra que ela alcançou sua capacidade instalada, por isso o investimento está crescendo."

Acompanhe tudo sobre:Indicadores econômicosDesenvolvimento econômicoCrescimento econômicoPIBGoverno

Mais de Brasil

Proibição das bets: o que Fux, governo Lula e clubes de futebol disseram em audiência no STF

Wegovy oral: Anvisa aprova 1ª versão em comprimidos de caneta emagrecedora

PEC da Segurança Pública: por que a redução maioridade penal ficou fora do texto?

PEC da Segurança Pública: entenda o que muda após a aprovação no Senado