Brasil

Aumento para autoridades deve custar R$ 3,8 bi, diz jornal

Hoje, os ministros do STF recebem R$ 29,4 mil por mês. Segundo jornal, projeto aumenta esse valor para R$ 35,9 mil a partir de 2015, gerando efeito cascata.

Sessão do STF: Supremo decidiu hoje pela não incidência do imposto da base da Cofins (Nelson Jr./SCO/STF)

Sessão do STF: Supremo decidiu hoje pela não incidência do imposto da base da Cofins (Nelson Jr./SCO/STF)

Mariana Desidério

Mariana Desidério

Publicado em 15 de dezembro de 2014 às 08h53.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - O aumento salarial para ministros e parlamentares deverá ter um impacto anual de R$ 3,8 bilhões nos cofres públicos. A medida deve ser aprovada no Congresso nesta semana. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

Pela Constituição, os salários de deputados estaduais, vereadores, juízes e procuradores estão vinculados aos vencimentos da cúpula do Legislativo e do Judiciário.

Isso quer dizer que, se os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) recebem aumento, os outros magistrados também devem receber reajuste equivalente. O mesmo ocorre no Legislativo.

Atualmente, os ministros do STF recebem R$ 29,4 mil por mês. Este é o valor máximo que pode ser pago a um funcionário público.

Segundo reportagem da Folha, o projeto que está no Congresso aumenta esse valor para R$ 35,9 mil a partir de 2015.

Ainda de acordo com o jornal, os deputados e senadores, que hoje recebem salário de R$ 26,7 mil, também defendem que seus vencimentos sejam aumentados para R$ 35,9 mil.

Com isso, haveria reajuste nos salários de deputados estaduais e vereadores. O aumento também vai afetar os salários da presidente Dilma Rousseff e de seus ministros.

Acompanhe tudo sobre:SaláriosSupremo Tribunal Federal (STF)Congresso

Mais de Brasil

Justiça libera R$ 2,68 bilhões para pagamentos atrasados do INSS; veja quem tem direito

Após ‘tsunami meteorológico’ em Santa Catarina, o que esperar do clima em SP nesta semana?

Greve dos Correios: entenda o adiamento no TST e o que ainda falta resolver

Vantagem de Flávio Bolsonaro entre evangélicos cresce e chega a 30 pontos, diz Quaest