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Na reta final das pré-campanhas, senadora Ana Amélia (PP-RS), aceitou o posto de candidata a vice-presidente na chapa de Geraldo Alckmin (PSDB)

Ana Amélia com Alckmin

Na reta final das pré-campanhas, duas chapas tomaram forma nesta quinta-feira. No fim de tarde, a senadora Ana Amélia (PP-RS), 73 anos, confirmou que aceitou o posto de candidata a vice-presidente na chapa encabeçada por Geraldo Alckmin (PSDB). O martelo foi batido nesta quinta-feira, quando a pepista gaúcha aceitou o convite de Alckmin. Ela foi indicada pelo grupo, composto por PP, DEM, PR, PRB e Solidariedade. Também nesta quinta-feira, o presidente nacional do PV, José Luiz Penna, confirmou que o partido fechou uma aliança com a Rede Sustentabilidade e que o ex-deputado Eduardo Jorge será candidato a vice na chapa de Marina Silva à Presidência nas eleições 2018.

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Aécio deputado

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) desistiu de disputar a reeleição ao Senado e anunciou na tarde desta quinta-feira, 2, que vai disputar uma vaga de deputado federal por Minas Gerais. A decisão foi comunicada em nota distribuída à imprensa. “Com o objetivo de ampliar o campo de apoio à candidatura do senador Antonio Anastasia, informei a ele hoje a decisão pessoal de não disputar, este ano, a eleição para o Senado, colocando meu nome como pré-candidato à Câmara dos Deputados.”

O Pedido de Aécio

Segundo o jornal O Globo, a defesa de Aécio Neves solicitou o arquivamento do inquérito em que ele é investigado por suposta atuação para maquiar os dados do Banco Rural entregues à CPI dos Correios, entre 2005 e 2006. A CPI apurava o esquema do mensalão. De acordo com o jornal, o pedido, assim como a maior parte do processo, está sob sigilo. O relator do caso, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, que deve tomar uma decisão. Um relatório da Polícia Federal revelado pelo jornal em julho deste ano mostra que há provas indiciárias suficientes para mostrar que Aécio trabalhou na maquiagem dos dados com o objetivo de esconder os vínculos do Banco Rural com as empresas de Marcos Valério, operador do mensalão, e o governo de Minas Gerais, comandado na época por Aécio.

Os campeões de rejeição

De cada 10 eleitores brasileiros, três não votariam de jeito nenhum no senador Fernando Collor de Mello, no deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) e no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo pesquisa Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com o levantamento, que ouviu duas mil pessoas entre os dias 21 e 24 de junho, 32% dos entrevistados rejeitam Collor e Bolsonaro – 31% rejeitam o ex-presidente Lula. Geraldo Alckmin (PSDB), Marina Silva (Rede) e Ciro Gomes (PDT) também são rejeitados por 22%, 18% e 18%, respectivamente. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais.

Ainda dá tempo

Segundo o levantamento do Ibope, realizado em junho, mas detalhado nesta quinta, 73% dos eleitores que declararam voto em algum candidato admitem mudar de opinião sobre suas escolhas até o primeiro turno das eleições, em cenário sem o ex-presidente Lula. O levantamento mostrou que 62% dos eleitores se informavam sobre seus candidatos pela TV. Jornais, canais de notícias e portais (33%) e redes sociais e blogs (26%) também foram citados. Nesta pergunta, mais de uma resposta era possível.

Candidato de 1%

O MDB oficializou nesta quinta-feira a candidatura do ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles. O evento, em Brasília, contou com a presença do presidente Michel Temer. “Nossos adversários são uns pobres coitados. Como não têm projeto, vão para a baixaria. Nós não somos pigmeus. O MDB é feito de gigantes”, disse Temer a uma plateia formada por militantes emedebistas. O presidente disse ainda que Meirelles dará continuidade “às reformas de que o país ainda precisa”. Perguntado por jornalistas após o evento se a grande impopularidade de Temer o atrapalha e como faria para se descolar do presidente, Meirelles disse que “não existe questão de colar ou descolar”. “Sou candidato antes de mais nada da minha história, do que eu fiz pelo Brasil, afirmou o ex-ministro.

1 trilhão de dólares histórico

Nesta quinta-feira (2), a fabricante de eletrônicos Apple tornou-se a primeira empresa americana a superar 1 trilhão de dólares em valor de mercado. O recorde fez com que as ações de tecnologia se recuperassem, ajudando as bolsas dos Estados Unidos a reduzir as perdas e a operar em território positivo. As ações de tecnologia, que estavam operando em queda no início da sessão, subiram 0,4%. O sentimento do mercado também era impulsionado pelos comentários do secretário do Comércio, Wilbur Ross, que disse que as tarifas que os Estados Unidos estão ameaçando impor aos produtos chineses não serão desastrosas para o país asiático.

OEA analisa a Nicarágua

A Organização dos Estados Americanos (OEA) se reuniram nesta quinta-feira (2) para discutir a situação política da Nicarágua e tentar solucionar a crise que já deixou mais de 300 mortos. Os oito países responsáveis pela reunião — Brasil, Argentina, Canadá, Chile, Colômbia, Estados Unidos, México e Peru — votaram a criação de uma Comissão Especial para analisar a crise política do país. Para ser aprovado, o projeto de resolução precisa de uma maioria simples dos 34 estados-membro ativos. “A Comissão Especial para a Nicarágua ajudará no processo de diálogo nacional, inclusive com medidas de apoio, acompanhamento e verificação em coordenação com os esforços em curso da Organização e de outros atores regionais e internacionais”, destaca o texto publicado no site da OEA. O país enfrenta uma série de conflitos entre a população, forças civis armadas e militares desde abril deste ano, quando o presidente Daniel Ortega tentou aprovar uma reforma da Previdência que aumentaria o tempo de contribuição do trabalhador. Os confrontos se intensificaram e cidades do país passaram a presenciar cenas de guerra.

À casa torna

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, agradeceu ao líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, por devolver aos Estados Unidos os supostos restos mortais de soldados americanos mortos na Guerra da Coreia (1950-1953). “Obrigado, presidente Kim Jong-un, por manter sua palavra e iniciar o processo de mandar para casa os restos de nossos grandes e queridos desaparecidos e tombados! Não estou nada surpreso que você tenha realizado essa ação gentil”, escreveu Trump no Twitter. A promessa de devolver os restos mortais de soldados dos Estados Unidos foi feita durante uma cúpula histórica entre Trump e Kim em junho, em Singapura, na qual Pyongyang se comprometeu a trabalhar pela desnuclearização total da Península Coreana. Mais de 7.700 soldados dos Estados Unidos que lutaram na Guerra da Coreia continuam desaparecidos, cerca de 5.300 deles no que hoje é a Coreia do Norte.

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