Bahia: governador nunca chegou tão perto de ultrapassar adversário (Facebook/Montagem Exame/Reprodução)
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Publicado em 3 de outubro de 2026 às 10h37.
Última atualização em 3 de outubro de 2026 às 11h33.
A distância entre ACM Neto (União) e o governador Jerônimo Rodrigues (PT) caiu para 2,27 pontos percentuais na última rodada do Monitor Eleitoral antes do primeiro turno na Bahia. O ex-prefeito de Salvador aparece com 42,68% das intenções de voto, ante 40,41% do petista. O agregador da Inteligov, divulgado em parceria com a EXAME, utiliza uma média móvel ponderada de pesquisas eleitorais e atribui pesos diferentes aos levantamentos conforme a metodologia e a data de realização.
A distância entre ACM Neto (União) e o governador Jerônimo Rodrigues (PT), na corrida pelo governo baiano, caiu para 2,27 pontos percentuais na última semana antes do primeiro turno. Os dados são da última rodada do Monitor Eleitoral, o agregador de pesquisas eleitorais da Inteligov, divulgado em parceria com a EXAME na última sexta-feira, 2.
No primeiro turno, ACM Neto aparece na liderança com 42,68% das intenções de voto. Na sequência, Jerônimo Rodrigues registra 40,41%. Desde a medição da sexta-feira anterior, 25 de setembro, o candidato do União Brasil caiu 3,78 pontos, enquanto o petista cresceu 0,62 ponto.
O último resultado de ACM Neto foi o menor da série histórica do agregador, que começou em março de 2026. Esta última medição também foi a que o governador chegou mais perto de ultrapassar o adversário.
Entre os demais candidatos, nenhum ultrapassou a marca de 1% das intenções de voto. Maria Bona (PCO) aparece com 0,82%. Ronaldo Mansur (PSOL) registra 0,72%. Aroldo Félix (UP) tem 0,71% e Ariel Capistrano (DC), 0,60%.
De acordo com o medidor de tendência do agregador, ACM Neto tende a uma queda expressiva de 0,53 pp. Jerônimo Rodrigues, por outro lado, tende a um crescimento de 0,30 pp.
Veja os detalhes do Agregador aqui.
O resultado apresentado pelo monitor não corresponde a uma média aritmética simples das pesquisas. O modelo utiliza uma Média Móvel Ponderada, cálculo que atribui pesos diferentes aos levantamentos de acordo com critérios metodológicos e com a data de realização de cada pesquisa.
Pesquisas presenciais domiciliares recebem peso integral no modelo, enquanto levantamentos feitos por IVR, sistema automatizado de entrevistas por telefone, e pela internet têm redução de 30% a 45% em sua influência estatística.
A atualidade também interfere no cálculo. A metodologia reduz em 25% o peso de uma pesquisa a cada quinzena de caducidade. Na prática, levantamentos mais antigos continuam no histórico, mas perdem influência sobre a média à medida que novas pesquisas são incorporadas.
Esse mecanismo busca dar maior peso ao retrato mais recente da eleição, sem descartar a trajetória acumulada desde março. A cada rodada, novas pesquisas registradas no TSE são incorporadas à base utilizada para o cálculo.
Na consolidação realizada até as 12h de 31 de agosto, por exemplo, a base recebeu 39 novas pesquisas cadastradas no PesqEle. Elas se somaram aos 431 levantamentos considerados na iteração anterior.
ACM Neto (União) aparece na liderança, com 42,68% das intenções de voto. O governador Jerônimo Rodrigues (PT) registra 40,41%.
A distância entre os dois candidatos é de 2,27 pontos percentuais na última rodada do Monitor Eleitoral antes do primeiro turno.
Em relação à medição de 25 de setembro, ACM Neto passou de um patamar 3,78 pontos percentuais superior ao atual para 42,68%. Jerônimo Rodrigues passou de um resultado 0,62 ponto inferior para 40,41%.
O Monitor Eleitoral é um agregador de pesquisas eleitorais da Inteligov divulgado em parceria com a EXAME. O resultado não corresponde a uma média aritmética simples: o modelo utiliza uma Média Móvel Ponderada, que atribui pesos diferentes às pesquisas conforme critérios metodológicos e a data de realização.
Pesquisas presenciais domiciliares recebem peso integral. Levantamentos realizados por IVR, sistema automatizado de entrevistas por telefone, e pela internet têm redução de 30% a 45% em sua influência estatística.
Não. A metodologia reduz em 25% o peso de uma pesquisa a cada quinzena de caducidade. Os levantamentos mais antigos permanecem no histórico, mas perdem influência sobre a média conforme novas pesquisas são incorporadas.
Nenhum dos demais candidatos supera 1% no agregador. Maria Bona (PCO) aparece com 0,82%, Ronaldo Mansur (PSOL) registra 0,72%, Aroldo Félix (UP) tem 0,71% e Ariel Capistrano (DC), 0,60%.