Tecnologia

V.tal levará infraestrutura 4G e 5G para a Arena BRB Mané Garrincha

Parceria prevê ampliar conectividade para até 70 mil pessoas e reforça estratégia da empresa em estádios brasileiros

Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha. (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha. (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Da Redação
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Redação Exame

Publicado em 17 de abril de 2026 às 09h51.

A V.tal, empresa de infraestrutura digital neutra pertencente ao BTG, mesmo grupo que controla a EXAME, firmou acordo com a Arena BRB Mané Garrincha, em Brasília, para implantar uma nova rede móvel no estádio. O projeto prevê ampliar a cobertura e a capacidade de internet 4G e 5G durante eventos de grande porte, como jogos e shows.

Com capacidade para mais de 70 mil pessoas, o estádio receberá uma infraestrutura preparada para lidar com alto volume de tráfego de dados simultâneos. A proposta é garantir estabilidade de conexão tanto para o público quanto para sistemas operacionais usados na gestão dos eventos.

A entrega da nova rede está prevista para o primeiro semestre de 2026. O cronograma acompanha o avanço da demanda por conectividade em arenas multiuso, impulsionada pelo consumo de vídeo, pagamentos digitais e serviços em tempo real.

A iniciativa insere o Mané Garrincha em uma estratégia mais ampla da V.tal de expansão em espaços de grande concentração de público. A empresa já implementa projetos semelhantes na Arena da Baixada, em Curitiba, e no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre.

Expansão da infraestrutura neutra em estádios

O modelo de infraestrutura neutra adotado pela V.tal permite que diferentes operadoras utilizem a mesma rede física, reduzindo custos e acelerando a implementação de tecnologias como o 5G. Esse formato tem sido adotado em ambientes de alta densidade, como aeroportos e arenas esportivas, onde a demanda por conexão cresce de forma concentrada.

Ao investir em estádios, a empresa acompanha uma tendência global de digitalização de experiências presenciais. Ainda assim, o avanço desse tipo de infraestrutura depende da adesão das operadoras e da capacidade de monetização dos serviços oferecidos dentro desses espaços — um ponto que costuma desafiar projetos desse tipo no Brasil.

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