Tecnologia

Republicanos estão comprando tuítes patrocinados

Anúncio foi feito pelo CEO do Twitter, Dick Costolo, durante um conferência promovida pelo jornal The Wall Street Journal

O CEO do Twitter, Dick Costolo, admitiu ainda que o período eleitoral será importante para a empresa como fonte de receita (Joi Ito / Wikimedia Commons)

O CEO do Twitter, Dick Costolo, admitiu ainda que o período eleitoral será importante para a empresa como fonte de receita (Joi Ito / Wikimedia Commons)

DR

Da Redação

Publicado em 1 de fevereiro de 2012 às 11h47.

São Paulo – O CEO do Twitter, Dick Costolo, anunciou que a maioria dos pré-candidatos republicanos à presidência dos Estados Unidos está comprando tuítes patrocinados.

A revelação foi feita durante a conferência All Things D, promovida pelo jornal The Wall Street Journal, esta semana, na Califórnia, e divulgada pelo jornal Daily Telegraph.

"Os candidatos que não usarem o Twitter enquanto a conversa estiver acontecendo serão deixados para trás", afirmou Costolo, que há 15 meses está à frente da empresa.

Como exemplo da mobilização proporcionada pela rede social, Costolo citou o discurso do presidente Obama sobre o Estado da União, feito na semana passada, e que gerou 766 mil mensagens – uma média de 14 mil por minuto.

O CEO admitiu ainda que o período eleitoral será importante para a empresa como fonte de receita.

As eleições americanas acontecem em novembro. Até lá, os Republicanos precisam decidir quem será o adversário de Barack Obama.

O Democrata, por sua vez, possui uma campanha digital encaminhada. Além de Twitter e Facebook, Obama mantém contas no Foursquare, YouTube, Tumblr e Instagram.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas de internetEmpresas americanasRedes sociaisInternetEleições americanasTwitterestrategias-de-marketing

Mais de Tecnologia

Meta perdeu 17,7 bilhões de dólares com investimento em VR em 2025

CBF testa impedimento semiautomático no Maracanã usando iPhones 17 Pro

Setor de software da China cresce 13,2% em 2025

Apple lidera ranking de celulares mais vendidos em 2025, aponta Counterpoint