Nem Jobs previu isso: veja como pode ser novo iPhone dobrável

Em pleno 2020, uma nova patente publicada pela maçã pode indicar como uma versão ainda mais longe das previsões de Jobs para seu smartphone

Há 13 anos, quando Steve Jobs lançava o primeiro smartphone da Apple, ele não imaginava como o aparelho mudaria ao longo dos anos. O iPhone, que começou com o objetivo de ser um celular de fácil uso com apenas uma mão, ganhou contornos diferentes após a morte de seu fundador, em 2011. Desde então, ele já virou azul, roxo, amarelo, ganhou uma versão de plástico, de vidro, duas câmeras, quatro câmeras, e outras novas atualizações que alteraram sua interface inicial. Em pleno 2020, uma nova patente publicada pela maçã pode indicar como uma versão ainda mais longe das previsões de Jobs e indica um iPhone dobrável.

Segundo o documento, que está no ar desde 7 de julho, o dispositivo seria “dobrável com uma parte de display exposta” mesmo quando o celular está dobrado. “Quando desdobrado, a tela do dispositivo fica plana, mas, quando fechado, uma parte fica proeminente para continuar a ser vista pelo usuário. Essa parte vai mostrar notificações e outros conteúdos mesmo com o celular fechado”, diz a publicação. Entre as opções de display estão as mensagens de texto, e-mail, calendário, alarmes, status da bateria e força do sinal de WiFi.

O movimento pode indicar a entrada da Apple em um mercado que ainda não domina, o de smartphones flexíveis, atualmente dominado pela Huawei, Motorola e Samsung, que já lançaram a versão ousada de seus smartphones.

O da empresa fundada por Jobs, no entanto, se diferencia exatamente na forma como é fechado. Seus concorrentes, como o Galaxy Fold, da Samsung, se fecham como “livros” e cobrem totalmente a tela enquanto fechados. O Galaxy, por exemplo, se fecha ao meio, enquanto o Mate X, da Huawei, tem a lateral dobrável. Outra diferença é que a Apple, segundo m dos desenhos no documento, vai apostar em uma ferramenta lateral para que os usuários usem a câmera mesmo sem abrir o celular.

As empresas de tecnologia sempre compram patentes para evitar processos judiciais e nem todas se tornam realmente produtos no fim das contas. Ainda assim, essa é uma tendência importante para o mercado de smartphones e não seria uma surpresa a Apple apostar nesse setor.

 (US/Reprodução)

Apoie a Exame, por favor desabilite seu Adblock.

Você já leu todo conteúdo gratuito deste mês.

Assine e tenha o melhor conteúdo do seu dia, talvez o único que você precise.

Já é assinante? Entre aqui.

Plano mensal Revista Digital

Plano mensal Revista Digital + Impressa

  • Acesse onde e quando quiser.

  • Acesso ilimitado a conteúdos exclusivos sobre macroeconomia, mercados, carreira, empreendedorismo, tecnologia e finanças.
  • Acesse onde e quando quiser

  • Acesso ilimitado a conteúdos exclusivos sobre macroeconomia, mercados, carreira, empreendedorismo, tecnologia e finanças.

  • Edição impressa quinzenal.

  • Frete grátis

R$ 15,90/mês

R$ 44,90/mês

Plano mensal Revista Digital

Acesse ilimitado a conteúdos exclusivos sobre macroeconomia, mercados, carreira, empreendedorismo, tecnologia e finanças.

ASSINE

Plano mensal Revista Digital + Impressa

Acesse ilimitado a conteúdos exclusivos sobre macroeconomia, mercados, carreira, empreendedorismo, tecnologia e finanças + Edição impressa quinzenal com frete grátis.

ASSINE