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Facebook é acusado de limitar anúncios por cor, religião ou nacionalidade

Rede social discriminaria públicos em propagandas de moradia

FACEBOOK: publicações com conteúdo violento punidas saíram de 3,4 milhões no primeiro trimestre de 2018 para 33,6 milhões entre janeiro e março de 2019 (NurPhoto/Getty Images)

FACEBOOK: publicações com conteúdo violento punidas saíram de 3,4 milhões no primeiro trimestre de 2018 para 33,6 milhões entre janeiro e março de 2019 (NurPhoto/Getty Images)

Lucas Agrela

Lucas Agrela

Publicado em 28 de março de 2019 às 12h54.

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São Paulo – O Facebook está sendo acusado pelo Departamento de Habitação e Desenvolvimento Urbano dos Estados Unidos de limitar indevidamente anúncios imobiliários nos Estados Unidos. A entidade cobra da rede social que ela não impeça que determinados públicos vejam propagandas de imóveis, de modo a não mais violar leis de moradia justa. O caso foi reportado pelo jornal americano Wall Street Journal.

As acusações são de que o Facebook pode exibir anúncios separando públicos por raça, cor, religião ou nacionalidade.

"Usar um computador para limitar as escolhas de moradia de uma pessoa pode ser tão discriminatório quanto bater uma porta na cara de alguém", diz, em nota, Ben Carson, secretário do departamento.

O Facebook ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso.

A história vem à tona na mesma semana em que a rede social passou a banir conteúdos de nacionalistas e separatistas brancos.

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