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Hering está com um pé no passado, outro no futuro

A centenária Hering voltou a crescer ao investir em tecnologia e retomar o foco em roupas básicas. O caminho da recuperação é longo

Thiago Hering, Guilherme Farinelli e Romael Soso: investimentos da Hering em tecnologia (Leandro Fonseca/Exame)

Thiago Hering, Guilherme Farinelli e Romael Soso: investimentos da Hering em tecnologia (Leandro Fonseca/Exame)

Mariana Desidério

Mariana Desidério

Publicado em 24 de outubro de 2019 às 05h46.

Última atualização em 24 de outubro de 2019 às 11h31.

Prestes a completar 140 anos, a tradicional fabricante catarinense de roupas Hering está com um olho no futuro e o outro no passado. A companhia passou os últimos anos andando de lado. O lucro de 2018, de 240 milhões de reais, foi 25% menor, em termos nominais, do que o de 2013, época em que o bem-sucedido investimento no varejo foi copiado por uma miríade de concorrentes. Mas o tempo foi passando, e a mágica da Hering foi ficando para trás.

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