Fábio Cury, CEO da Cury, na região do Porto Maravilha: incorporadora foi a primeira a apostar no mercado imobiliário residencial da região portuária (Leandro Fonseca/Exame)
Repórter de Invest
Publicado em 25 de abril de 2024 às 06h00.
Última atualização em 5 de maio de 2024 às 18h44.
Às margens da Baía de Guanabara, a zona portuária do Rio de Janeiro conta uma história de decadência e renascimento. Porta de entrada do Brasil nos tempos do Império, o porto carioca foi perdendo espaço e prestígio ao longo dos anos, e chegou ao século 21 como uma área degradada, onde ninguém tinha interesse em morar — ou investir. Em 2024, no entanto, a situação é outra.