Vanessa Lucian, da Noiva no Civil: empreendedora criou serviço de vestido sob medida após o programa (Leandro Fonseca/Exame)
Repórter de Negócios
Publicado em 28 de outubro de 2026 às 06h00.
“A concorrência cresceu e percebi que a Noiva no Civil precisava mudar para voltar a crescer. Os vestidos acessíveis continuavam sendo nosso negócio, mas disputar clientes apenas pelo preço já não era suficiente. Eu queria fazer algo diferente, só não sabia por onde começar. No Choque de Gestão, da EXAME, a investidora Monique Evelle me orientou a rever o posicionamento da marca. Mantivemos a linha acessível e criamos um serviço de vestidos exclusivos, sob medida. Hoje recebo as noivas no ateliê e desenho as peças com elas. Com isso, o negócio foi a outro patamar. Agora entendo que não vendo vestidos, e sim ajudo a realizar sonhos. Isso ajudou no faturamento. Antes, o tíquete médio da loja era de 550 reais. Nos modelos exclusivos, chega a 5.000 reais. Também mudamos a identidade visual, fomos para um espaço maior e melhoramos a experiência das clientes. Monique continuou me orientando pelo WhatsApp depois do programa. Estamos atraindo mais clientes e abrindo outra frente de receita sem abandonar a que nos trouxe até aqui. Num mercado concorrido, entendi que crescer não é só vender mais vestidos. É dar às clientes propósito para comprar com a gente.”
Vanessa Lucian, em depoimento a Daniel Giussani