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Fora da zona de conforto

Novas propostas para diminuir os gastos com o funcionalismo surgem no Brasil. Elas devem reduzir privilégios e podem modernizar a gestão pública

Protesto de servidores em Porto Alegre: salários atrasados por causa da crise fiscal e benefícios que só existem no setor público (Gilberto Soares/FuturaPress)

Protesto de servidores em Porto Alegre: salários atrasados por causa da crise fiscal e benefícios que só existem no setor público (Gilberto Soares/FuturaPress)

FS

Fabiane Stefano

Publicado em 22 de novembro de 2019 às 05h46.

Última atualização em 25 de novembro de 2019 às 16h13.

Um alento para as corroídas finanças do estado do Rio Grande do Sul finalmente surgiu. No dia 13 de novembro, o governador Eduardo Leite (PSDB) apresentou ao Legislativo gaúcho uma ampla proposta para sanear as contas públicas. Além de privatizações e alongamento dos pagamentos de dívidas, estão lá medidas que atingem o funcionalismo, cujos salários sofrem atrasos e parcelamentos há quatro anos. Uma delas é a reforma da Previdência dos servidores estaduais, adotando os mesmos parâmetros da reforma federal recém-aprovada no Congresso, como idade mínima de 65 anos para homens e 62 para mulheres para a maioria dos funcionários.

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