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Cuidar do dinheiro significa independência para mulheres

Cuidar da própria renda é um ato de coragem que nos leva à liberdade pautada em três pilares: carreira, dinheiro e enriquecimento
 (Getty Images/MirageC)
(Getty Images/MirageC)
Por Carolina CavenaghiPublicado em 14/04/2022 05:07 | Última atualização em 13/04/2022 16:39Tempo de Leitura: 4 min de leitura

34,4 milhões. Esse é o número de mulheres que chefiavam lares no Brasil em 2020. Isso significa que quase metade das famílias do país era sustentada por elas. Décadas atrás era muito improvável encontrar mulheres chefes de família. Não por não desejarem, mas, sim, porque era uma posição não permitida para elas. A relação da mulher com o trabalho e com o dinheiro tem passado por uma revolução constante, fruto de muitas lutas femininas.

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Para ter uma ideia, até 1962 as mulheres não podiam trabalhar nem ter uma renda própria sem a permissão do marido, do pai ou do irmão. Foi também na década de 1960 que elas passaram a ter direito a abrir uma conta bancária independente do pai ou do marido; depois disso, ainda foram necessários 14 anos para que pudessem ter um cartão de crédito. Solteiras ou divorciadas que solicitassem um cartão de crédito ou empréstimo eram obrigadas a levar um homem para assinar o contrato.

Dinheiro e liberdade

Se por um lado a responsabilidade de sustentar o lar mostra que as mulheres conquistaram o direito sobre o seu trabalho e o seu dinheiro, por outro os números também escancaram que ainda precisamos buscar a nossa independência. Independência esta que, para mim, está pautada sobre uma jornada que tem início na construção da carreira e caminha até o enriquecimento a partir dos frutos de seu trabalho. Por isso, a geração de riqueza é uma etapa fundamental para a liberdade de escolhas.

Poder e saber cuidar da própria renda são atos essenciais para a emancipação. Diversas mulheres vivem em situações de dependência — seja do marido, seja do pai, seja de algum outro homem — e muitas vezes até de violência (física, moral, emocional, psicológica) por não terem como se sustentar, por não saberem como cuidar das próprias finanças ou por insegurança para buscar a liberdade sozinhas. É verdade que, nas últimas décadas, muita coisa mudou e conquistamos diversos direitos. No mercado de trabalho, temos ampliado nosso espaço no meio corporativo e no empreendedorismo. Segundo o relatório anual do Monitor Global de Empreendedorismo, o Brasil tem aproximadamente 30 milhões de mulheres empreendedoras. Esse número representa cerca de 48,7% de todo o mercado empreendedor. Nos cargos de liderança já alcançamos quase 40%. Ainda é pouco, mas essa é a direção.

Nos mercados financeiros também estamos marcando presença. Nos quatro últimos anos, de 2018 a 2022, a quantidade de mulheres investindo na bolsa de valores saltou de quase 180.000 para mais de 1,2 milhão, segundo dados da B3. A participação feminina compreende 24% do total de investidores. Mais uma vez, o número ainda não é proporcional à representação das mulheres na sociedade, mas a história mostra que estamos na direção certa e que devemos seguir neste caminho. Meu objetivo aqui é este: ajudar a igualar essa conta no mercado financeiro, porque sabemos que dessa forma mais mulheres terão a liberdade nas próprias mãos.

No entanto, também temos a consciência de que é um processo de construção no longo prazo. É comum cobrarmos que as mulheres saibam cuidar do próprio dinheiro, gerir o orçamento e, ainda, aprendam a investir, mas esquecemos de olhar para o fato de que há menos de 60 anos não tínhamos direito nem mesmo à nossa própria renda. Além disso, outro tabu que atrapalha a busca pela liberdade financeira é a crença errada e limitante da romantização da pobreza, que leva muitas de nós a acreditar que dinheiro não é bom, riqueza é para poucos e quem é rico não é boa pessoa.

Uma de minhas missões com a Fin4she é mostrar às mulheres que dinheiro é sinônimo de liberdade de escolha. Queremos incentivar e oferecer ferramentas para que todas busquem a própria emancipação, mas respeitando o processo individual e considerando o cenário de décadas que foram desfavoráveis à nossa relação com o dinheiro. Através da nossa plataforma orientamos as mulheres sobre carreira, trajetória profissional, dinheiro e geração de riqueza, porque acreditamos que este é o caminho para a liberdade: tornar-se uma boa profissional, ser bem remunerada por isso e aprender a cuidar de seu dinheiro. Eu acredito que a nossa independência é uma construção diária e precisamos ter clareza sobre esse processo, que começa em nós mesmas.

 

(Divulgação/Divulgação)


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