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Na quinta-feira, 17, será lançado o documentário "Isabella: O Caso Nardoni", que vai recordar o assassinato de Isabella Nardoni, caso que chocou o pais há 15 anos, e os desdobramentos da investigação.

Dirido por Claudio Manoel e Micael Langer, a produção busca recordar questões ainda não resolvidas sobre o crime na época e estimular reflexões sobre como os brasileiros ficaram sensibilizados com a tragédia e os cuidados em relação ao abuso de menores.

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Baseado no livro "O pior dos crimes - A história do assassinato de Isabella Nardoni", o documentário envolveu o estudo de mais de 6 mil páginas do processo, gravou 118 horas entrevistas e contou com mais de 5 mil arquivos fotograficos da cobertura jornalística do período e acervo da família.

O documentário conta também com depoimentos inéditos da mãe de Isabella, Ana Carolina Oliveira, e os avós. Além do desenrolar das investigações e da perícia que desmentiram os depoimentos do pai, Alexandre Nardoni, e da madrasta, Ana Carolina Jatobá, e a repercussão do caso nos jornais, programas de TV e entretenimento.

De acordo com os diretores, "Isabella: O Caso Nardoni" vai abordar a participação da imprensa no caso, como um terceiro personagem, que contribuiu para que as investigações tomassem proporções inesperadas, chegando a ultrapassar limites delimitados pela polícia em certas ocasiões. Assim, tornando o caso Isabella um dos capítulos mais marcantes da história do jornalismo brasileiro.

Relembre o caso

O assassinato de Isabella Nardoni aconteceu em 29 de março de 2008, quando a menina de apenas 5 anos foi jogada pelo pai e pela madrasta da janela de um apartamento em São Paulo.

A criança caiu do sexto andar do apartamento onde morava com o pai e sua família no Edifício London. Embora Alexandre Nardoni e sua esposa, Ana Carolina Jatobá, tenham declarado em depoimento que a queda foi acidental, a perícia apontou indícios de homicídio, visto que a menina havia sofrido agressões e foi lançada pela janela quando aparentava estar morta.

Além dos sinais de abusos físicos, os investigadores identificaram outras pistas que desmentiram as versões apresentadas por Alexandre e Ana Carolina. Depois de meses, os dois foram considerados culpados pelo crime e presos posteriormente.

O casal foi condenado na Justiça pelo assassinato em 2010. O pai foi condenado há mais de 30 anos de prisão, enquanto a esposa a 26 anos de cadeia. Os dois encontram-se m regime fechado em Tremembé, no interior de São Paulo.

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