Dona da NordVPN recebe aporte de US$ 100 mi e vira unicórnio

Com sede na Lituânia, a Nord Security é dona das marcas NordLayer, NordLocker, NordPass e NordVPN. Rodada foi liderada pela fundo Burda Principal Investments e também contou com a empresa de capital de risco General Catalyst
Tom Okman, co-CEO e cofundador da Nord Security: com investimento empresa vai aumentar portfólio de produtos (Divulgação/EXAME)
Tom Okman, co-CEO e cofundador da Nord Security: com investimento empresa vai aumentar portfólio de produtos (Divulgação/EXAME)
Por Luciana LimaPublicado em 22/04/2022 08:00 | Última atualização em 20/04/2022 19:48Tempo de Leitura: 2 min de leitura

A Nord Security, de privacidade e segurança da internet, anunciou hoje, 22, que levantou US$ 100 milhões em uma rodada de investimentos liderada pelo fundo de venture capital Novator Ventures e se tornou o mais novo unicórnio, com valor de mercado de US$ 1,6 bilhão.

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Também participaram da rodada o fundo Burda Principal Investments, a empresa de capital de risco General Catalyst e alguns fundadores e investidores-anjo de empresas de tecnologia, que não foram divulgados.

Com sede na Lituânia, a Nord Security é detentora de marcas como NordLayer, NordLocker, NordPass e NordVPN.

A startup usará o investimento para ampliar seu portfólio de produtos, além de acelerar o crescimento da mais nova empresa do grupo, a Surfshark, de segurança cibernética, adquirida no inicio deste ano. Desde 2012, a startup tem operações no Brasil.

Segundo Tom Okman, co-CEO e cofundador da Nord Security, a quantia também será usada para aumentar o time de 1.700 da Nord Security. "Nós já geramos lucro e, até agora, crescemos utilizando recursos próprios. Com o investimento, conseguiremos crescer mais rápido e dobrar a nossa meta de construir uma internet melhor", diz.

Mercado para isso não falta, segundo dados da Cybersecurity Ventures os crimes virtuais devem crescer 15% ao ano até 2025, custando cerca de US$ 10,5 trilhões por ano para a economia global.

O número de ataques virtuais também disparou na pandemia e, só em 2021, 150 milhões de brasileiros foram vítimas de phishing, quando criminosos criam páginas falsas para roubar dados dos usuários. 

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