Negócios

UE aprova compra da Nyse pela ICE sem restrições

Comissão Europeia deu nesta segunda-feira aprovação incondicional à compra da Nyse Euronext pela Intercontinental (ICE) por 8,2 bilhões


	A combinação ICE-Nyse Euronext daria origem à terceira maior bolsa no mundo, atrás da número 1 Hong Kong Exchanges e Clearing e do CME Group
 (Mario Tama/Getty Images)

A combinação ICE-Nyse Euronext daria origem à terceira maior bolsa no mundo, atrás da número 1 Hong Kong Exchanges e Clearing e do CME Group (Mario Tama/Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 24 de junho de 2013 às 16h45.

Bruxelas - A Comissão Europeia deu nesta segunda-feira aprovação incondicional à compra da Nyse Euronext pela Intercontinental (ICE) por 8,2 bilhões, um acordo que reforça a presença do ICE no lucrativo negócio de derivativos.

O regulador da UE disse que sua investigação sobre a fusão concluiu que não levantaria preocupações antitruste porque as duas bolsas não são concorrentes diretas. A Reuters informou na semana passada que a compra seria aprovada incondicionalmente.

"A investigação de mercado revelou que elas não exercem maior ameaça competitiva entre si comparadas com outras bolsas. Portanto, quaisquer efeitos anticoncorrenciais podem ser excluídos", disse a Comissão em um comunicado.

A aquisição dá à ICE o controle da Liffe, o segundo maior mercado de derivativos da Europa, baseado em Londres, e vai ajudá-la a competir com a rival CME Group, dos EUA.

A Comissão disse que examinou especialmente o efeito que a fusão teria sobre derivativos de commodities agrícolas, bem como em derivativos de ações norte-americanas, mas que a sua investigação não encontrou problemas de concorrência.

A combinação ICE-Nyse Euronext daria origem à terceira maior bolsa no mundo, atrás da número 1 Hong Kong Exchanges e Clearing e do CME Group.

Acompanhe tudo sobre:bolsas-de-valoresAçõesMercado financeiroFusões e AquisiçõesNyse Euronext

Mais de Negócios

Xuxa: qual é a fortuna da "rainha dos baixinhos"

Aos 71, maior festa sertaneja do Brasil investe R$ 30 milhões para atrair quase 1 milhão de pessoas

Como a Galeria do Rock sobreviveu à crise da música e do centro de SP e hoje fatura R$ 185 milhões

Aos 64 anos, ele adiou a aposentadoria e hoje faz R$ 160 milhões com academias premium e hambúrguer