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Telefônica Brasil tem lucro de R$1,2 bilhão no 1º trimestre

A Telefônica Brasil teve forte alta no lucro líquido do primeiro trimestre, impulsionada pela venda de torres de telecomunicações


	Telefônica: companhia teve lucro líquido de 1,22 bilhão de reais no primeiro trimestre
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Telefônica: companhia teve lucro líquido de 1,22 bilhão de reais no primeiro trimestre (Getty Images)

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Da Redação

Publicado em 27 de abril de 2016 às 22h26.

São Paulo - A Telefônica Brasil, grupo de telecomunicações que opera sob a marca Vivo, teve forte alta no lucro líquido do primeiro trimestre, impulsionada pela venda de torres de telecomunicações e queda no endividamento e investimentos.

A companhia teve lucro líquido de 1,22 bilhão de reais no primeiro trimestre, resultado bem acima dos 436 milhões obtidos no mesmo período do ano passado. Desconsiderando a venda das torres, o grupo teve resultado positivo de 879 milhões de reais.

A companhia apurou geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de 3,8 bilhões de reais no período, 23,8 por cento acima do registrado no primeiro trimestre de 2015. Sem as torres, a Ebitda teve avanço de 7 por cento no período, a 3,27 bilhões de reais.

A Telefônica teve queda de 9 por cento nos custos operacionais do primeiro trimestre sobre os três primeiros meses do ano passado, redução que passa a 2 por cento se consideradas a venda das torres.

Além do custo, o investimento também caiu, 15,3 por cento no comparativo anual, a cerca de 1,5 bilhão de reais.

O grupo controlado pela espanhola Telefónica terminou março com queda de 10,5 por cento no total de acessos móveis, a 73,3 milhões. A receita média por usuário (arpu), porém, cresceu 10,9 por cento, a 26,9 reais.

No negócio fixo, as linhas fixas ficaram estáveis a 23,9 milhões, com o arpu avançando 12,6 por cento em serviços por TV por assinatura e 7,6 por cento em banda larga.

O resultado financeiro líquido negativo passou de 528,6 milhões de reais no primeiro trimestre de 2015 para 316,8 milhões nos três meses encerrados em março deste ano. O desempenho veio com a queda da dívida líquida, que passou de 7,8 bilhões de reais para 4,7 bilhões no período.

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