Negócios

Sueca Oriflame diz que pode se expandir para Brasil e EUA

Se as condições do mercado continuarem a se estabilizar, a Oriflame também avaliará entrar nos EUA e no Brasil


	Li Na, tenista chinesa, é maquiada em evento da Oriflame: Brannstrom disse que os EUA e o Brasil são mercados altamente interessantes, mas também intensivos em recursos
 (Dean Mouhtaropoulos/ Getty Images)

Li Na, tenista chinesa, é maquiada em evento da Oriflame: Brannstrom disse que os EUA e o Brasil são mercados altamente interessantes, mas também intensivos em recursos (Dean Mouhtaropoulos/ Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 24 de março de 2016 às 08h59.

Priorizar nos meus resultados Google

Estocolmo - A empresa de cosméticos Oriflame pode entrar no Brasil e nos Estados Unidos em alguns anos, disse seu presidente-executivo.

Marnus Brannstrom disse que, no longo prazo, países asiáticos devem responder pela fatia principal das vendas da Oriflame, com China e Índia provavelmente se tornando seu maior mercado individual. Seu maior mercado hoje é a Rússia.

Mas se as condições do mercado continuarem a se estabilizar, a Oriflame também avaliará entrar nos EUA e no Brasil.

"Isso pode acontecer bem rápido", disse Brannstrom à Reuters em entrevista, acrescentando que haveria possibilidade de ocorrer em alguns anos.

Brannstrom disse que os EUA e o Brasil são mercados altamente interessantes, mas também intensivos em recursos.

"Eles são mercados enormes de vendas diretas com um alto grau de inovação e com muitas novas companhias nos EUA", disse, acrescentando que a Oriflame continuará a crescer principalmente organicamente.

Acompanhe tudo sobre:Países ricosÁsiaEstados Unidos (EUA)EuropaChinaSuécia

Mais de Negócios

Fim de uma era: montanha-russa mais famosa do Beto Carrero chega ao fim neste domingo após 32 anos

TekPix: o que aconteceu com a câmera que faturava milhões por dia e sumiu do mapa

Do Maranhão a R$ 1,5 bilhão: aos 29, ela assumiu a rede de óticas da família e comanda 1.000 lojas

Aos 7 anos, vigiava carros para comprar um Kichute. Hoje, sua rede de academias fatura R$ 48 milhões