Negócios

Shell compra carteira de gás e energia do Morgan Stanley

A Shell Energy Europe, o braço de abastecimento e comercialização na região, assinou um contrato de compra e venda do portfólio do Morgan


	Shell: acordo inclui somente a carteira de clientes do Morgan, e não os funcionários envolvidos, segundo diversas fontes
 (Wikimedia Commons/Wikimedia Commons)

Shell: acordo inclui somente a carteira de clientes do Morgan, e não os funcionários envolvidos, segundo diversas fontes (Wikimedia Commons/Wikimedia Commons)

DR

Da Redação

Publicado em 10 de julho de 2015 às 12h50.

Londres - A Royal Dutch Shell adquiriu a carteira de clientes europeus de gás e energia do Morgan Stanley enquanto o banco norte-americano continua sua retirada do setor.

A Shell planeja aumentar significativamente sua parcela no mercado de gás nos próximo anos se completar a aquisição da rival britânica BG Group pela proposta de 70 bilhões de dólares e como parte da estratégia de crescimento conjunta com a russa Gazprom, maior produtora mundial de gás.

A Shell Energy Europe, o braço de abastecimento e comercialização na região, assinou um contrato de compra e venda do portfólio do Morgan, disse a companhia anglo-holandesa nesta sexta-feira, sem maiores detalhes.

O acordo inclui somente a carteira de clientes do Morgan, e não os funcionários envolvidos, segundo diversas fontes.

"Composto predominantemente por trocas físicas e financeiras de gás e energia, o acordo expande ainda mais os negócios nos mercados energéticos pela Europa," disse a empresa em um comunicado.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasIndústria do petróleoEmpresas americanasShellMorgan StanleyGásbancos-de-investimento

Mais de Negócios

Essa professora largou as salas de aula e criou um estúdio de design que fatura US$ 200 mil por ano

Aos 28 anos, ela acumulou dívida de US$ 141 mil e criou 'combo' de rendas extras para quitar tudo

Aos 39 anos, ela estourou cartões e vendeu o carro para criar negócio de US$ 1,95 bilhão

‘É impossível falar em competição justa’ diz CEO da Riachuelo sobre a ‘taxa da blusinha’