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Setor de papel para impressão deve subir menos que PIB

Mercado continuará crescendo, mas a taxas menores que a do PIB

Empresa inbestirá 2,3 bilhões de dólares em cada nova unidade  (Germano Luders)

Empresa inbestirá 2,3 bilhões de dólares em cada nova unidade (Germano Luders)

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Da Redação

Publicado em 9 de outubro de 2012 às 22h10.

São Paulo - O mercado de papel para impressão continuará crescendo, mas a taxas menores que a do Produto Interno Bruto (PIB). A afirmação é do diretor executivo de Operações da Suzano, Ernesto Peres Pousada Junior. Ele afirmou acreditar que esse crescimento será puxado, principalmente, pelos países em desenvolvimento. "Não temos uma visão catastrófica. Ainda vemos crescimento para os próximos cinco, dez anos", afirmou.

De acordo com Pousada Junior, porém, esse é "um mercado regional". Isso porque o custo de se exportar papel é muito mais elevado do que o de exportar celulose. "O Brasil é competitivo para fornecer papel para o mercado interno e para a América Latina", afirmou.

O diretor industrial da International Paper, Marcio Bertoldo, concorda. "Esse mercado está sustentável na América Latina", disse. "Ele deve crescer a uma taxa entre 3% e 4% ao ano. A América Latina é uma boa plataforma para continuar investindo." Os executivos participaram no fim da tarde desta terça-feira do 45.º Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel, em São Paulo.

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