Negócios

Saraiva assina contrato para plataforma de aprendizagem

Plataforma é destinada para os alunos do último ano do curso de Direito da Kroton Educacional


	Educação: produto é voltado para o público que estuda para exames, concursos e carreiras públicas
 (morgueFile)

Educação: produto é voltado para o público que estuda para exames, concursos e carreiras públicas (morgueFile)

DR

Da Redação

Publicado em 5 de setembro de 2014 às 09h49.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - A editora e varejista Saraiva anunciou nesta sexta-feira que celebrou contrato para disponibilizar sua nova plataforma de aprendizagem digital para os alunos do último ano do curso de Direito da Kroton Educacional.

O valor do acordo não foi divulgado. O produto faz parte da linha "Saraiva Prepara", voltada para o público que estuda para exames, concursos e carreiras públicas.

Segundo a Saraiva, a nova plataforma é "adaptativa" pois indica o plano de estudo mais adequado a partir da identificação dos temas em que o aluno tem mais dificuldade.

No comunicado ao mercado em que divulga o produto, a Saraiva informou que seu uso já está sendo adotado em algumas unidade da Kroton, visando a preparação para o exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

"O lançamento reforça a estratégia de inovação com a oferta de serviços, tecnologia e conteúdos personalizados, desenvolvidos por grandes autores, aliados à atuação da Saraiva como parceira de grupos educacionais de ensino superior", disse o diretor presidente e de Relações com Investidores da empresa, Jorge Saraiva Neto, no comunicado.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasSetor de educaçãoVarejoCogna Educação (ex-Kroton)EducaçãoSaraiva

Mais de Negócios

Este ex-garimpeiro criou um império de supermercados de R$ 35,6 bilhões no nordeste do Brasil

Após comprar 220 caminhões a gás de uma vez, irmãos gaúchos apostam em elétricos e faturam R$ 2,5 bi

A receita que está fazendo mais de 50 prédios abandonados no Centro de SP ganharem nova vida

Ela ergueu uma empresa do zero e, cinco anos depois, mira o primeiro R$ 1 bilhão