Negócios

Rede DIA fecha 12 supermercados em SP após flagrante

A Polícia Ambiental do Estado encontrou alimentos vencidos e em condição inadequada de armazenamento em depósito de fornecedor das unidades

Supermercado da rede Dia: empresa anunciou fechamento das lojas que recebiam mercadorias do depósito (Getty Images/Bloomberg)

Supermercado da rede Dia: empresa anunciou fechamento das lojas que recebiam mercadorias do depósito (Getty Images/Bloomberg)

DR

Da Redação

Publicado em 23 de agosto de 2013 às 09h01.

São Paulo - A rede de supermercados DIA fechou temporariamente 12 lojas franqueadas na região metropolitana de São Paulo e na capital paulista na quinta-feira, depois de a Polícia Ambiental do Estado ter encontrado alimentos vencidos e em condição inadequada de armazenamento em depósito de fornecedor das unidades, informou o site G1.

Na tarde de quinta-feira, a empresa anunciou o fechamento das lojas que recebiam mercadorias do depósito depois que o franqueado concordou em reabri-las apenas quando os estabelecimentos passarem a atender padrões de qualidade do grupo que tem sede na Espanha.

O fechamento ocorreu depois que policiais civis da Delegacia do Meio Ambiente da cidade de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, iniciaram investigações e descobriram o depósito, na quarta-feira, segundo a Polícia Civil de São Paulo.

Representantes da rede DIA não puderam ser encontrados de imediato para comentar o assunto.

Fundada na Espanha, a rede DIA passou a operar no Brasil em 2001 e conta com mais de 6.000 funcionários no país, atuando nos Estados de São Paulo e Rio Grande do Sul. Em seu site brasileiro, a companhia afirma ter 500 lojas no país.

Acompanhe tudo sobre:TrigoAlimentosEstado de São Paulo

Mais de Negócios

Beto Carrero: por dentro do plano de R$ 2 bilhões do parque mais visitado da América Latina

Ele vai faturar R$ 100 milhões transformando o tubo da pasta de dente em telha para construção

Este ex-jornaleiro ouviu 42 'nãos' antes de criar empresa que fatura R$ 20 milhões com água gratuita

Como a maior rede de ortodontia do Brasil fez cada clínica vender mais — e chegou a R$ 570 milhões