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Promotoria do Equador pede bloqueio de pagamentos à Odebrecht

Os promotores querem que a Refinaria do Pacífico e a Empresa Pública de Água sejam impedidas de efetuar qualquer tipo de pagamento à Odebrecht

Odebrecht: "As contas a pagar que as duas empresas têm pendentes com a Odebrecht somam mais de US$ 40 milhões" (Guadalupe Pardo/Reuters)

Odebrecht: "As contas a pagar que as duas empresas têm pendentes com a Odebrecht somam mais de US$ 40 milhões" (Guadalupe Pardo/Reuters)

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EFE

Publicado em 1 de março de 2017 às 22h55.

Quito - A Promotoria do Equador pediu nesta quarta-feira a um tribunal de garantias penais do país que bloqueie os pagamentos pendentes à Odebrecht enquanto durem as investigações sobre o pagamento de propina da empresa no país.

Os promotores querem que a Refinaria do Pacífico e a Empresa Pública de Água, ambas com contratos com a construtora brasileira, sejam impedidas de efetuar qualquer tipo de pagamento à Odebrecht.

"As contas a pagar que as duas empresas têm pendentes com a Odebrecht somam mais de US$ 40 milhões", indicou o promotor do caso, Wilson Toainga, em comunicado divulgado pela Promotoria.

O objetivo da solicitação é garantir uma possível indenização, já que se considera que a Odebrecht pagou US$ 35,5 milhões em propina no Equador, segundo o Departamento de Justiça dos Estados Unidos.

No fim de dezembro, um juiz aceitou um pedido dos promotores para que o governo seja proibido de firmar novos contratos com a Odebrecht enquanto durarem as investigações.

Acompanhe tudo sobre:EquadorNovonor (ex-Odebrecht)

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