Negócios

PDG Realty chega a acordo para comprar Agre

São Paulo - A construtora PDG Realty chegou a um acordo de troca de ações nesta segunda-feira para assumir o controle de sua rival Agre em uma transação avaliada em 2,43 bilhões de reais, criando a maior empresa do setor imobiliário do país. Os acionistas da Agre irão oferecer uma ação em troca de 0,495 […]

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2010 às 03h39.

São Paulo - A construtora PDG Realty chegou a um acordo de troca de ações nesta segunda-feira para assumir o controle de sua rival Agre em uma transação avaliada em 2,43 bilhões de reais, criando a maior empresa do setor imobiliário do país.

Os acionistas da Agre irão oferecer uma ação em troca de 0,495 ação ordinária da PDG Realty, informaram as companhias em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários na noite desta segunda-feira.

Os diretores da Agre ficarão na PDG por cinco anos e concordaram com um acordo de não competição por dois anos após saída da empresa.

A PDG emitirá 148,5 milhões de novas ações para pagar a aquisição. O valor do negócio foi baseado no fechamento das ações da PDG Realty nesta segunda-feira, a 16,45 reais.

A incorporação resultará uma "estrutura mais eficiente, integrando dois bancos de terrenos complementares regionalmente, compondo um portfólio de produtos relevante em todas as faixas de renda", segundo o comunicado.

Em setembro, a Agre transformou em uma única companhia suas unidades Abyara, Klabin Segall e Agra.

As ações da PDG subiram 3,1 por cento nesta segunda-feira pela terceira sessão consecutiva, enquanto os papéis da Agre avançaram pelo quarto dia, fechado em alta de 3,1 por cento, a 8,15 reais.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasIndústrias em geralFusões e AquisiçõesIndústriaAgreConstrução civil

Mais de Negócios

Depois do Embarcadero, projeto para o cais de Porto Alegre prevê nova área de gastronomia

De vendedor porta a porta a CEO: como ele quer vender R$ 12 bilhões em consórcios ao ano

Decathlon chega aos R$ 100 bilhões. O próximo passo: lojas menores para crescer no Brasil

Eles começaram com pub sertanejo em Londrina. Hoje lideram 'laboratório de franquias' de R$ 200 mi