Negócios

Netshoes quer colocar os funcionários para correr

Programa de incentivo foi criado para estimular as pessoas que trabalham na empresa a praticarem esporte


	Netshoes: funcionários terão aulas de mergulho e kung fu na próxima semana
 (Luísa Melo/Exame.com)

Netshoes: funcionários terão aulas de mergulho e kung fu na próxima semana (Luísa Melo/Exame.com)

Tatiana Vaz

Tatiana Vaz

Publicado em 11 de abril de 2014 às 15h43.

Priorizar nos meus resultados Google

Paulo – A Netshoes decidiu investir em um programa de gestão que colocará seus 2.000 funcionários para correr – ou jogar Kung Fu, mergulhar, jogar futebol, enfim, praticar qualquer esporte.

Desde que a empresa virtual definiu, em fevereiro, o novo posicionamento da marca como esportiva, decidiu também que era preciso incentivar a prática do esporte dentro da própria Netshoes.

Criou, então, um programa de incentivo, o “Viva o Esporte”, que começa na próxima semana, com uma série de palestras de 14 a 17 de abril. 

Nos encontros, profissionais do esporte falarão dos benefícios da prática. O jogador da seleção brasileira de voleibol, André Heller, e o judoca e Leandro Guilheiro são alguns dos nomes que estarão no evento.

Aulas de mergulho e kung fu também serão disponibilizadas na semana.

“O desafio será levar o esporte também para o cotidiano dos nossos colaboradores, que passam a ter mais qualidade de vida”, diz Luciana Machado, gerente de RH da Netshoes.

Daqui para frente, na empresa de comério eletrônico, os funcionários também terão treinadores para consultas e acompanhamento de diversas práticas esportivas, além de grupos de treinamento e convênios com academias.

Acompanhe tudo sobre:ComércioEmpresas de internetlojas-onlineVarejogestao-de-negociosEsportesNetshoes

Mais de Negócios

Gigante escondida no interior do RS investe R$ 65 milhões em nova fábrica e não para de crescer

Esta ex-enfermeira fará R$ 50 milhões criando marcas de cosméticos para empresas

Ele vai demolir a casa mais cara do Brasil para erguer um projeto de R$ 360 milhões no Leblon

Ele largou a vida de executivo em gigantes para criar empresa de RH que cresceu 83% em um ano