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Latam fez ponte aérea com saída inoperante, relata passageira

A coordenadora de marketing Ana Luiza Collares Xavier afirmou que duas saídas da aeronave estavam quebradas

Latam: o voo ocorreu na manhã da última terça-feira, 7, entre o Aeroporto Santos Dumont, na região central do Rio, e o Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo (LATAM/Divulgação)

Latam: o voo ocorreu na manhã da última terça-feira, 7, entre o Aeroporto Santos Dumont, na região central do Rio, e o Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo (LATAM/Divulgação)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 10 de fevereiro de 2017 às 15h34.

São Paulo - Uma passageira da ponte aérea da Latam entre o Rio de Janeiro e São Paulo publicou em seu perfil no LinkedIn uma foto de uma saída de emergência do avião com um papel no qual havia os dizeres "saída inoperante".

A coordenadora de marketing Ana Luiza Collares Xavier afirmou que duas saídas da aeronave estavam quebradas e questionou a empresa sobre o uso do termo "inoperante" e a segurança do voo.

"Eu, que morro de medo de avião, resolvi voar mesmo assim, mas tenho certeza de que, se a palavra que estivesse no papel fosse 'quebrada', eu não teria voado. Olha como uma palavra pode mudar atitudes e pensamentos", escreveu Ana Luiza. "Como pode um avião decolar com saída de emergência inoperante?"

O voo ocorreu na manhã da última terça-feira, 7, entre o Aeroporto Santos Dumont, na região central do Rio, e o Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo.

A Latam informou ao jornal "O Estado de S. Paulo" que a quantidade de saídas de emergência da aeronave que fez o voo JJ 3901 atendia aos requisitos internacionais de segurança, "que preveem o número menor de passageiros no avião nestas condições".

A companhia área disse ainda, em nota, que "a segurança é um valor inegociável em todas as suas operações e segue todas as normas e regulações do setor".

"A empresa informa que a identificação das saídas- e consequentemente o bloqueio das poltronas no entorno - se faz necessária para atender justamente às regras mundiais de segurança."

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