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Heineken confirma que negocia compra da dona da Schin no Brasil

Conforme adiantado pela coluna Primeiro Lugar, de EXAME, a Heineken confirmou que está negociando a compra da Brasil Kirin

Heineken: objetivo é conseguir que a companhia volte a gerar um lucro operacional por volta ao ano de 2019 (Akos Stiller/Bloomberg)

Heineken: objetivo é conseguir que a companhia volte a gerar um lucro operacional por volta ao ano de 2019 (Akos Stiller/Bloomberg)

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EFE

Publicado em 20 de janeiro de 2017 às 06h51.

Última atualização em 20 de janeiro de 2017 às 11h31.

Bruxelas - O grupo cervejeiro holandês Heineken confirmou nesta sexta-feira que mantém conversas para adquirir a filial brasileira do consórcio japonês de bebidas Kirin.

"Em resposta às especulações da imprensa sobre a Kirin no Brasil, a Heineken confirmou que atualmente está em discussões com a Kirin Holdings Company Limited em relação à transação potencial da Brasil Kirin Holding S.A.", segundo um comunicado da empresa holandesa.

Nos últimos dias, a imprensa brasileira tinha antecipado as negociações, acrescentando que ambos os grupos poderiam chegar a um acordo em fevereiro próximo.

"As discussões estão em curso e não há certeza de que se feche um acordo", acrescentou a Heineken.

Em setembro do ano passado, o jornal japonês "Nikkei" noticiou que a Kirin buscaria sócios para revitalizar as operações de sua subsidiária no Brasil, acrescentando que entre as possibilidades ventiladas estaria a de vender parte de suas ações para transformar a sua subsidiária, a Brasil Kirin, em uma empresa de joint venture.

O objetivo é conseguir que a companhia volte a gerar um lucro operacional por volta ao ano de 2019.

A empresa japonesa investiu em 2011 cerca de US$ 2,938 bilhões na compra da brasileira Schincariol, na época o segundo maior fabricante de cerveja do país, a qual rebatizou como Kirin Brasil.

O Brasil é o terceiro maior mercado de venda de cerveja do mundo, atrás de China e Estados Unidos.

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