Negócios

GVT oferece complementaridade de redes, diz Valente

GVT atua no segmento premium de banda larga e na TV por assinatura, além de ter infraestrutura importante fora de São Paulo, diz presidente da Telefônica/Vivo


	Loja da Vivo: "A parceria [com GVT] pode levar a Vivo a ser um grande player nacional", diz Valente
 (Adriano Machado/Bloomberg)

Loja da Vivo: "A parceria [com GVT] pode levar a Vivo a ser um grande player nacional", diz Valente (Adriano Machado/Bloomberg)

DR

Da Redação

Publicado em 15 de outubro de 2014 às 15h34.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - Com a aquisição da GVT, pela primeira vez a Telefônica/Vivo terá elementos de rede para ser um competidor importante fora de São Paulo, afirmou o presidente da empresa, Antônio Carlos Valente.

"A parceria pode levar a Vivo a ser um grande player nacional", disse ele nesta quarta-feira, 15, em coletiva de imprensa.

Segundo Valente, há complementaridade de redes e de mercado entre as duas companhias.

Ele lembra que a GVT tem uma atuação importante no segmento premium de banda larga e TV por assinatura, além de uma infraestrutura importante fora de São Paulo.

O executivo também citou o reconhecimento da marca GVT, mas não quis comentar se continuará sendo usada após a aquisição. "A marca é muito valorizada e teremos que gerenciar isso com a visão dos clientes", acrescentou.

Valente destacou também a experiência da GVT na instalação de infraestrutura de fibra ótica. De acordo com ele, a aquisição poderá ajudar a Telefônica a massificar a instalação da tecnologia e garantir um posicionamento mais forte no mercado.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasEmpresas espanholasServiçosVivo3GTelecomunicaçõesOperadoras de celularTelefônicaEmpresas francesasGVT

Mais de Negócios

Como esta rede que já faturou R$ 1,6 bilhão e teve 96 supermercados por São Paulo faliu

Ele encontrou um negócio milionário na economia de água — e sua empresa cresceu 85% em um ano

Startup de biometria para estádios expande na América Latina para chegar aos R$ 26 milhões

Inhotim chega aos 20 anos com receita de R$ 99 milhões e nova estratégia para crescer