Negócios

Essa empresa mudou de estratégia após crítica e chegou a US$ 50 bilhões por ano

Ao ouvir a demanda dos clientes e ampliar os serviços oferecidos, a PayNearMe expandiu sua base de clientes e atraiu US$ 95 milhões em investimentos

Da Redação
Da Redação

Redação Exame

Publicado em 2 de janeiro de 2026 às 09h07.

Tudo sobrePré-MBA em Finanças
Saiba mais

Uma reclamação agressiva de um cliente foi o gatilho para uma das decisões mais importantes na trajetória da PayNearMe, empresa de pagamentos fundada em 2009 por Danny Shader.

Criada inicialmente para permitir pagamentos em dinheiro em lojas físicas como 7-Eleven e Dollar General, a startup se limitava a um nicho pouco representativo.

Quando o chefe de produto ouviu de um cliente que era um “idiota completo” por não aceitar outras formas de pagamento, Shader percebeu que era hora de repensar o modelo. As informações foram retiradas da Inc.

Garanta sua vaga por R$ 37: para se inscrever no pré-MBA em Finanças Corporativas da EXAME + Saint Paul, basta clicar aqui

O bom produto que não era suficiente

Apesar de operar com exclusividade em seu segmento e atender setores como empréstimos, imóveis e pedágios, a fatia dos pagamentos em dinheiro representava de apenas 3% a 5% das operações dos clientes. Shader descreve esse estágio da empresa como “bom demais para ser descartado, mas não bom o suficiente para ser excelente”.

O ponto de inflexão surgiu justamente da frustração dos próprios clientes, que queriam centralizar todos os seus meios de pagamento em um só parceiro. 

Shader, inicialmente resistente à ideia de entrar no mercado competitivo de cartões e transferências, dominado por gigantes como JPMorgan Chase e Fiserv, entendeu que a diferenciação não estava na exclusividade do serviço, mas sim na integração inteligente entre soluções comuns e especializadas.

Da reestruturação de produto à expansão de mercado

A virada estratégica começou em 2015. Foram três anos de investimentos em tecnologia e contratação de novos talentos até o lançamento oficial da nova plataforma de pagamentos não monetários, em 2018. 

Com a reformulação do produto e a escuta ativa dos clientes, a empresa não apenas aumentou a gama de serviços, como criou um modelo de negócios mais robusto, escalável e competitivo.

Hoje, a PayNearMe processa mais de US$ 50 bilhões por ano em pagamentos, a maior parte fora do meio físico. A base de clientes cresceu de 16 mil para mais de 20 mil empresas apenas no último ano, reflexo de um posicionamento estratégico mais alinhado com as necessidades reais do mercado.

Transforme sua carreira: participe do pré-MBA em Finanças Corporativas e destaque-se no mercado com apenas R$ 37. Inscreva-se aqui.

Esse treinamento ensina como gerenciar o orçamento de empresas

Não é raro ouvir histórias de empresas que faliram por erros de gestão financeira. Foi de olho nisso que EXAME e Saint Paul decidiram liberar (com exclusividade e por tempo limitado) mais uma edição do Pré-MBA em Finanças Corporativas.

O treinamento é voltado para quem deseja aprimorar a gestão financeira e se destacar num mercado cada vez mais competitivo. Por isso, ao longo de quatro aulas virtuais, os participantes terão acesso a um conteúdo robusto, que inclui temas como análise financeira, planejamento estratégico e gestão de riscos.

Veja, abaixo, motivos para não ficar de fora dessa oportunidade imperdível.

  • Conteúdo relevante desenvolvido por especialistas da área;
  • Carga horária de três horas;
  • Programa atualizado e alinhado às demandas do mercado;
  • Certificado após a conclusão do treinamento;
  • Aulas virtuais, que incluem uma sessão de tira-dúvidas online;
  • Possibilidade de interação com outros profissionais da área;
  • Estudos de casos do mercado.

EU QUERO PARTICIPAR DE TREINAMENTO VIRTUAL COM CERTIFICADO SOBRE FINANÇAS

Acompanhe tudo sobre:Branded MarketingBranded Marketing Finanças

Mais de Negócios

Lembra dela? O que aconteceu com a faca Ginsu, fenômeno dos anos 1990

Quanto faturam os 10 maiores supermercados no Brasil? Veja a lista

Um ex-jogador e um executivo transformaram galeto num negócio de R$ 50 milhões

Contribuição do MEI sobe a partir de hoje: veja os valores atualizados