Negócios

Embraer expande programa de apoio à Aeromexico

Companhia aumentou o contrato de apoio aos jatos Embraer 190 da Aeromexico Connect

A frota de aeronaves tem agora cobertura para outras 47 peças, trazendo o escopo para mais de 360 componentes (Divulgação)

A frota de aeronaves tem agora cobertura para outras 47 peças, trazendo o escopo para mais de 360 componentes (Divulgação)

DR

Da Redação

Publicado em 10 de junho de 2011 às 14h47.

São Paulo - A Embraer informou hoje que expandiu o contrato do programa Pool de apoio aos jatos Embraer 190 da Aeromexico Connect, acrescentando o LRU de Motor (Engine Line Replaceable Unit) para reposição de peças. Com esta expansão, a frota de aeronaves tem agora cobertura para outras 47 peças, trazendo o escopo para mais de 360 componentes.

De acordo com John Linn, diretor de Suporte e Serviços ao Cliente da Embraer para o Mercado de Aviação Comercial da América do Norte, a adição dos componentes LRU de Motor ao programa da Aeromexico melhorará o desempenho operacional da companhia aérea, pelo acesso imediato a peças de reposição, redução de custos e eliminação da necessidade da empresa manter grandes inventários de peças. "Essa adição fortalece o relacionamento de longo prazo entre a Embraer e a Aeromexico Connect", disse Linn, em nota.

A Aeromexico Connect é a maior cliente do programa Pool da Embraer, considerando a frota combinada de jatos das famílias ERJ 145 e de E-Jets, totalizando 47 aeronaves. O Programa Pool de peças de reposição oferece às companhias aéreas que operam aviões da Embraer acesso imediato a itens reparáveis fornecidos pelo fabricante, por uma taxa mensal, o que poupa o operador de investir em grandes inventários de peças.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasSetor de transporteempresas-de-tecnologiaAviaçãoEmbraer

Mais de Negócios

‘Em julho chegará o produto similar do Ozempic’, diz CEO da Pague Menos

Ozempic, mês do consumidor e escala 6x1: os planos da Pague Menos para crescer em 2026

Ele cobra US$ 1 mil para negociar carros e transformou a ideia em US$ 200 mil por mês

Ele dirigiu até Seattle com pouco dinheiro e criou a Starbucks, hoje vale US$ 6,6 bilhões