Negócios

Cosan quer inaugurar teto para navios em Santos até 2014

Segundo executivo da empresa, a intenção é aumentar a capacidade de embarque da companhia em 40%


	Porto de Santos: novo teto permitirá à Rumo operar em dias de chuva, que chegam a 100 por ano em média na cidade
 (Germano Lüders/EXAME.com)

Porto de Santos: novo teto permitirá à Rumo operar em dias de chuva, que chegam a 100 por ano em média na cidade (Germano Lüders/EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 29 de janeiro de 2013 às 08h28.

Londres - A Cosan, uma das maiores empresas de açúcar e etanol do mundo, pretende concluir até abril de 2014 a obra do teto de proteção para navios no porto de Santos, disse um executivo da empresa, projetando aumentar a capacidade de embarque em 40 por cento.

Julio Fontana, presidente da Rumo Logística, braço de logística da Cosan, disse em email, que "o novo teto permitirá à Rumo operar em dias de chuva, que chegam a 100 por ano em média em Santos." O carregamento de açúcar e outras cargas brutas precisa ser interrompido durante dias chuvosos porque mesmo a menor quantidade de umidade pode estragar a carga. A companhia havia projetado inicialmente que a finalização do teto ocorreria em novembro de 2012.

A estrutura cobrirá uma áreas de 120 por 240 metros, com uma altura de 65 metros, e as fundações já foram concluídas, disse Fontana.

"Isto representa um ganho de capacidade de cerca de 5 milhões de toneladas por ano", disse ele. A companhia afirmou que o teto aumentará a produtividade do terminal em cerca de 40 por cento.

Fontana respondeu a perguntas por email antes da conferência anual de açúcar da Kingsmann Dubai, prevista para 2 a 5 de fevereiro. O evento reunirá centenas de líderes do mercado de açúcar mundial.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasEmpresas brasileirasCosanAlimentos processadosAtacadoComércioEnergiaCommoditiesCombustíveisacucarEtanolBiocombustíveis

Mais de Negócios

Com esta empresa de construção vai faturar R$1,2 bilhão sem usar cimento e tijolo

Faturamento das PMEs cresce 3,2% no trimestre e comércio volta ao azul após quedas

De um Passat a R$ 180 milhões: como esta sapataria multimarca domina o Nordeste

Transbrasil: o que aconteceu com a companhia aérea que era a mais barata do Brasil