Negócios

Como a Starbucks quer crescer vendendo cafés raros (e caros)

Rede está investindo em uma nova bandeira premium nos EUA, batizada de Starbucks Reserve Roastery and Tasting Room

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 8 de dezembro de 2014 às 14h42.

São Paulo - Vendendo grãos de café a 90 dólares o quilo e considerados raros - é assim que a Starbucks pretende expandir sua atuação no mercado americano nos próximos anos. Para isso lançou, na última semana, uma nova bandeira batizada de Starbucks Reserve Roastery and Tasting Room.

Cada unidade da nova marca pode receber investimentos de até 20 milhões de dólares, segundo especulou o mercado, e, nos próximos dois anos, 100 lojas devem entrar em operação nos Estados Unidos.

A primeira cafeteria Starbucks Reserve está funcionando em Seattle. Embora em menores proporções, a rede já tem concorrentes de peso no mercado de cafeterias premium nos Estados Unidos, como a Stumptown Coffee Roasters e a Blue Bottle Coffee.  

Para especialistas desse setor, a decisão da Starbucks investir em um novo formato de cafeteria tem uma única razão: nos Estados Unidos, com a rede tradicional, a companhia não tem como crescer muito. Por lá, a rede é conhecida como o McDonald's do café. 

No último ano fiscal, encerrado para a companhia em setembro, a Starbucks registrou vendas recordes de 16,4 bilhões de dólares. A diversificação no portfólio deve agregar ainda mais valor às suas receitas a partir de agora.   

 

  

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas americanasBebidasAlimentaçãoFast foodInvestimentos de empresasStarbucksCafeteriasCaféCommodities

Mais de Negócios

‘O varejo não vai sobreviver se fizer as coisas do mesmo jeito’, diz presidente da VTEX Brasil

Essa empresa fatura R$ 110 milhões com pão congelado — e está expandindo para vender mais

O negócio de David Beckham que gera US$ 10 milhões por mês e vai além da fama

O dono da Zara usou essa estratégia vencedora para criar o maior império imobiliário do mundo