Negócios

Chefe do WikiLeaks disse em 2009 que tinha dados sobre BofA

Assange não quis identificar o banco na entrevista à Forbes, mas disse esperar que o vazamento gere investigações

Julian Assange, fundador do WikiLeaks (Kim Jae-Hwan/AFP)

Julian Assange, fundador do WikiLeaks (Kim Jae-Hwan/AFP)

DR

Da Redação

Publicado em 3 de dezembro de 2010 às 11h13.

Charlotte, Carolina do Norte - O WikiLeaks, que no último domingo vazou 250 mil documentos diplomáticos e militares do governo dos Estados Unidos, planeja divulgar mais milhares de documentos internos de um grande banco norte-americano no começo do ano que vem, segundo entrevista com o fundador da organização, Julian Assange, publicada no site da revista Forbes na segunda-feira.

Mas em entrevista em 2009, Assange afirmou que o WikiLeaks detém vários gigabytes do hard drive do computador de um executivo do Bank of America.

Assange não quis identificar o banco na entrevista à Forbes, mas disse esperar que o vazamento gere investigações.

O advogado de Assange em Londres, Mark Stephens, afirmou que não foi possível contatar Assange para comentar se os documentos dos quais falou à Forbes são os mesmo documentos do Bank of America que mencionou em entrevista à Computerworld há pouco mais de um ano.

Na entrevista, datada de 9 de outubro de 2009, Assange disse à Computerworld que o WikiLeaks obteve acesso a cinco gigabytes de dados do computador de um executivo do Bank of America.

Uma porta-voz do banco afirmou que a instituição está ciente das alegações do WikiLeaks de que têm os dados, mas disse que não foram contatados pelo grupo ou obtiveram qualquer prova de que ele tem as informações.

Acompanhe tudo sobre:PersonalidadesBancosPaíses ricosEstados Unidos (EUA)FinançasJulian AssangeWikiLeaks

Mais de Negócios

Com risco milionário, ele transformou uma ideia desacreditada em venda de US$ 200 milhões

De Hollywood ao private equity: marca de Sydney Sweeney nasce com fundo de US$ 1 bi de Jeff Bezos

O novo ativo de Travis Kelce: atleta aposta em empresa de US$ 1,8 bi que quer 'acordar' o mercado

Após deixar a CLT, carioca transforma compra de imóveis em negócio de R$ 150 mi