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Cemig aprova mudanças em estatuto para se adequar à Lei das Estatais

Alterações incluem restrições de indicações políticas, redução de membros do Conselho de Administração e política de para a escolha e avaliação de diretores

Cemig: empresa do setor elétrico também realizou a eleição dos seus novos conselheiros (Cemig/Divulgação)

Cemig: empresa do setor elétrico também realizou a eleição dos seus novos conselheiros (Cemig/Divulgação)

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Reuters

Publicado em 12 de junho de 2018 às 16h43.

São Paulo - Os acionistas da estatal mineira Cemig aprovaram em assembleia geral extraordinária mudanças no estatuto da companhia que incluem adequações à chamada Lei das Estatais, que restringe indicações políticas em empresas públicas, segundo comunicado divulgado pela elétrica nesta terça-feira.

Entre as alterações no estatuto constaram também a redução do número de membros do Conselho de Administração da companhia para 9 membros titulares, ante 15 anteriormente, e o estabelecimento de uma política de elegibilidade e avaliação para ser seguida na indicação de membros da diretoria executiva e do Conselho da empresa ou controladas e coligadas.

Na mesma assembleia, de acordo com ata divulgada pela Cemig, houve a eleição do colegiado.

O governo mineiro, controlador da Cemig, elegeu como conselheiros Adézio Lima, Marco Antônio Soares da Cunha, Bernardo Alvarenga, Luiz Guilherme Piva e Marco Aurélio Crocco Afonso.

O braço de participações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) elegeu Patricia Gracindo Marques.

Foram eleitos conselheiros, ainda, José Pais Rangel e Marcelo Gasparino, ficando vago o cargo de membro efetivo indicado pelos empregados.

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