Negócios

Caixa amplia rede de atendimento móvel em regiões de baixa renda

O objetivo é fazer o atendimento bancário chegar o mais perto possível do cidadão que mora em regiões distantes

O novo produto financeiro integra a linha Antecipação de Recebíveis da Caixa

O novo produto financeiro integra a linha Antecipação de Recebíveis da Caixa

DR

Da Redação

Publicado em 1 de novembro de 2011 às 19h46.

Brasília – Com oito unidades móveis em operação, a Caixa Econômica Federal vai inaugurar mais sete bancos sobre rodas até o final do ano, informou hoje (1) o vice-presidente de Logística e Retaguarda, Paulo Roberto dos Santos.

O objetivo, segundo ele, é fazer o atendimento bancário chegar o mais perto possível do cidadão que mora em regiões distantes, sem acesso a bancos. Ele ressaltou ainda que o banco itinerante pode ser usado, quando necessário, para reforçar o atendimento em grandes centros urbanos.

O banco móvel funciona dentro de caminhões e oferece todos os serviços básicos de uma agência bancária como abertura de conta-corrente e poupança, pagamento de contas, saques e depósitos, além do pagamento de benefícios e operações do Programa Minha Casa, Minha Vida.

Em nota divulgada pela Caixa, Santos diz que o atendimento itinerante pretende ser uma alternativa flexível para os clientes da instituição, somando-se às demais opções que o banco já dispõe, como os terminais de autoatendimento, as casas lotéricas e os correspondentes Caixa Aqui em estabelecimentos comerciais.

Outra importante ação das agências móveis, destacou ele, é poder atuar em circunstâncias emergenciais específicas, como em Santa Catarina, onde foram usadas para atender à população atingida pelas enchentes no início de setembro.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasBancosFinançasCaixa

Mais de Negócios

5 lições de vendas de Caio Carneiro: 'Você não está fazendo uma venda, está sofrendo uma compra'

Com esta empresa de construção vai faturar R$1,2 bilhão sem usar cimento e tijolo

Faturamento das PMEs cresce 3,2% no trimestre e comércio volta ao azul após quedas

De um Passat a R$ 180 milhões: como esta sapataria multimarca domina o Nordeste