São Paulo - Na semana de início da Copa do Mundo no Brasil, pouco se falou sobre algo além da preparação para a estreia ou, depois dela, na vitória suada do Brasil - ou do gol contra de Marcelo. Mas as empresas continuaram funcionando normalmente, como mostraram por exemplo o Google, que anunciou mais uma aquisição, e a GM, que anunciou mais um recall. Veja, a seguir, as principais notícias de negócios da semana:
Certo, tínhamos combinado de não falar sobre Copa, mas como a notícia é sobre os negócios da FIFA e não necessariamente aos jogos, abramos uma excessão. A entidade fechou 2013 com superávit de 72 milhões de dólares, aumentando suas reservas para 1,43 bilhão de dólares. Nesta semana, a FIFA também distribuiu 200 milhões de dólares às federações participantes,
3. Google compra empresa de satélite por US$ 500 mizoom_out_map
5. Fábrica da BMW no Brasil inaugura em setembrozoom_out_map
5/12(Divulgação/BMW)
A nova fábrica da BMW em Araquari, Santa Catarina, será inaugurada em setembro deste ano, já com produção em série. As áreas de pintura e solda só entrarão em operação em 2015.
6. Flyways pode operar no Brasil, diz Anaczoom_out_map
9. TAM foi empresa de transporte que mais faturouzoom_out_map
9/12(Darrin Zammit Lup/Reuters)
Entre as empresas do setor de transporte que operam no Brasil, a TAMfoi a que teve maior receita em 2013, segundo Melhores e Maiores da Revista EXAME, que chega às bancas no dia 18 de junho.
10. Odebrecht é a que mais ganha com a Copazoom_out_map
Grupo Fakini estreou no varejo com sua primeira loja física, inaugurada na noite desta sexta-feira, em Pomerode, no Vale do Itajaí, com mais de um mil metros quadrados
Com Hopi Hari recuperado e Cacau Park a caminho, Alex Murad aposta em três áreas temáticas, hotéis dentro do complexo e uma montanha-russa que promete ser a mais cara do Hemisfério Sul
Em São José dos Campos, a Nexiqon usou inteligência artificial para descobrir a mistura certa de rejeitos industriais. O produto final tem o preço da telha mais popular do Brasil
Depois de quase quebrar durante a pandemia, a Icehot abandonou o modelo baseado em publicidade, passou a fabricar as próprias estações de hidratação e investiu R$ 2 milhões em uma nova fábrica para sustentar a expansão pelo Brasil e, futuramente, pela América Latina.