Mundo

Venezuela precisa de ajuda para remédios, diz associação

Com vários remédios disponíveis em quantidade reduzida, a Venezuela está sofrendo “uma crise humanitária” e requer ajuda rápida, de acordo com associação


	Venezuela: Federação Farmacêutica Venezuelana listou 150 medicamentos que estão em falta no país de 29 milhões de pessoas
 (AFP)

Venezuela: Federação Farmacêutica Venezuelana listou 150 medicamentos que estão em falta no país de 29 milhões de pessoas (AFP)

DR

Da Redação

Publicado em 20 de janeiro de 2016 às 19h52.

Caracas - Com vários remédios disponíveis em quantidade reduzida devido aos sérios problemas financeiros, a Venezuela está sofrendo “uma crise humanitária” e requer ajuda internacional rápida, de acordo com uma importante associação farmacêutica.

A Federação Farmacêutica Venezuelana listou 150 medicamentos, de remédios para a hipertensão ao câncer, além de produtos básicos como profiláticos e antibióticos, que estão em falta no país de 29 milhões de pessoas.

“O governo nacional precisa aceitar que estamos numa crise humanitária no setor de saúde, com pacientes morrendo no nosso território por falta de remédios”, disse o presidente da associação, Freddy Ceballos, em comunicado.

“É necessário ativar todos os mecanismos de ajuda internacional para a saúde para resolver essa crise o quanto antes”, acrescentou ele, sem especificar que ajuda deveria ser buscada.

O Ministério da Saúde não respondeu ao pedido para comentar o comunicado, mas o governo socialista da Venezuela tem reagido com irritação a críticas contra o sistema de saúde, no qual o ex-presidente Hugo Chávez, que morreu de câncer em 2013, muito gastou num período de altos dividendos com o petróleo. 

Acompanhe tudo sobre:América LatinaVenezuelaRemédios

Mais de Mundo

UE quer manter congeladas represálias de 93 bilhões de euros aos EUA por 6 meses

Premiê da Alemanha diz que não pode aceitar o plano do Conselho de Paz de Trump

UE e Otan reforçam segurança no Ártico após recuo de Trump

Rússia exige retirada da Ucrânia do Donbass antes de negociações