Mundo

Ucrânia vai impor sanções a empresas e cidadãos russos

Sanções sarão impostas aos que direta ou indiretamente apoiarem “terroristas" que lutam contra tropas do governo no leste do país, disse Arseny Yatseniuk

Arseny Yatseniuk: "eu instruo o comitê a propor, para consideração do governo, uma lista de sanções individuais e setoriais" (Andrew Kravchenko/Reuters)

Arseny Yatseniuk: "eu instruo o comitê a propor, para consideração do governo, uma lista de sanções individuais e setoriais" (Andrew Kravchenko/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 23 de julho de 2014 às 09h26.

Priorizar nos meus resultados Google

Kiev- O primeiro-ministro ucraniano, Arseny Yatseniuk, disse nesta quarta-feira que o governo vai impor sanções a companhias e cidadãos russos que direta ou indiretamente apoiarem “terroristas" que lutam contra tropas do governo no leste do país.

Yatseniuk disse em reunião de ministros que ele já havia estabelecido um comitê especial para trabalhar sobre as medidas punitivas.

“Eu instruo o comitê a propor, para consideração do governo, uma lista de sanções individuais e setoriais sobre cidadãos e entidades jurídicas russas que apoiam e financiam o terrorismo na Ucrânia, em 10 dias”, disse ele. O premiê não deu detalhes de quais sanções poderia adotar.

O governo central Ucraniano e o Ocidente acusam a Rússia de apoiar rebeldes separatistas no leste da Ucrânia, uma acusação negada por Moscou. Os Estados Unidos e a União Europeia impuseram uma rodada de sanções contra companhias e cidadãos russos por causa da crise na Ucrânia.

No Ocidente alguns políticos pedem sanções mais duras à Rússia após um avião da Malásia ter sido derrubado em território rebelde no leste da Ucrânia na quinta-feira, matando as 298 pessoas a bordo.

Acompanhe tudo sobre:PolíticaÁsiaEuropaRússiaUcrânia

Mais de Mundo

Nepal busca 900 trabalhadores desaparecidos após avalanche

Maduro alega imunidade de chefe de Estado nos EUA: entenda o que isso muda

Polícia da Coreia do Sul pede indiciamento do criador do BTS por suposta fraude

US$ 40 trilhões: por que a maior dívida dos EUA não virou tema político