Repórter
Publicado em 13 de fevereiro de 2026 às 08h37.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a primeira-dama, Melania Trump, se reunirão nesta sexta-feira, 13, com militares que participaram da captura do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro.
O encontro acontecerá em Fort Bragg, na Carolina do Norte, e contará também com familiares dos integrantes das forças especiais, segundo informou a Casa Branca.
No fim de janeiro, durante um comício, Trump classificou a captura de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, atualmente presos nos Estados Unidos, como “uma das operações militares mais brilhantes, rápidas e mortais já vistas”.
O presidente afirmou que a ação ocorreu em uma “base militar muito grande e poderosa” e foi conduzida por um grupo de “patriotas incrivelmente talentosos”.
Em entrevistas, Trump também mencionou o uso de uma arma que chamou de “discombobulator”, termo derivado do verbo em inglês “discombobulate” (“desorientar”). Segundo ele, o equipamento seria capaz de desativar instantaneamente as defesas inimigas.
“Não me permitem falar sobre isso. Mas deixem que eu diga algo: sabe o que ela faz? Nenhum aparelho deles funcionava”, declarou à NBC.
A operação que resultou na queda de Maduro deixou ao menos 55 mortos — 23 soldados venezuelanos e 32 cubanos ligados aos serviços de segurança. O número de civis mortos não foi divulgado, embora algumas fontes mencionem um total entre 70 e 80 vítimas.
*Com informações da AFP