Mundo

Trump e May destacam "profundos vínculos" entre seus países

"Um Reino Unido livre e independente é uma bênção para o mundo e nossa relação nunca foi tão forte", afirmou Trump

Trump e May: a primeira-ministra confirmou que Trump aceitou um convite da rainha Elizabeth II para visitar o Reino Unido (Carlos Barria/Reuters)

Trump e May: a primeira-ministra confirmou que Trump aceitou um convite da rainha Elizabeth II para visitar o Reino Unido (Carlos Barria/Reuters)

E

EFE

Publicado em 27 de janeiro de 2017 às 18h22.

Priorizar nos meus resultados Google

Washington - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, destacou nesta sexta-feira que a relação do país com o Reino Unido está "mais forte do que nunca" graças, em parte, à sua afinidade com a primeira-ministra britânica, Theresa May.

"Um Reino Unido livre e independente é uma bênção para o mundo e nossa relação nunca foi tão forte", afirmou Trump durante uma entrevista coletiva conjunta com May, a primeira visita oficial de um chefe de Estado à Casa Branca desde a posse do republicano.

Trump afirmou que, para os EUA, o encontro representa "renovar nossos profundos vínculos militares, financeiros, culturais e políticos".

Já May parabenizou Trump pela "assombrosa vitória eleitoral" e destacou que o convite para visitar a Casa Branca tão rapidamente é um "sinal da força e da importância desta relação especial que existe entre nossos países".

A primeira-ministra confirmou, além disso, que Trump aceitou um convite da rainha Elizabeth II para visitar o Reino Unido em breve.

Entre os temas discutidos no primeiro encontro oficial entre os líderes, May citou a política externa e os esforços conjuntos para acabar com o Estado Islâmico na Síria e no Iraque.

Acompanhe tudo sobre:Estados Unidos (EUA)Reino UnidoDonald TrumpTheresa May

Mais de Mundo

Juiz manda Trump restabelecer acesso de CNN, MS NOW e Politico à Casa Branca

Cuba perde uma geração: país pode ter perdido até 25% da população em cinco anos

A nova ameaça ao petróleo: Houthis pressionam rota que liga o mundo à energia do Golfo

Entre soja, chips e terras raras: o que Trump e Xi podem (e não podem) resolver