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Trump diz que Zelensky pode encerrar guerra em breve se descartar Crimeia e Otan

Trump se reunirá com o presidente ucraniano nesta segunda-feira, 18, na Casa Branca

Guerra na Ucrânia: Zelensky encontra Trump nesta segunda (Genya SAVILOV /AFP)

Guerra na Ucrânia: Zelensky encontra Trump nesta segunda (Genya SAVILOV /AFP)

EFE
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Agência de Notícias

Publicado em 18 de agosto de 2025 às 08h14.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse no último domingo que o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky pode acabar com a guerra com a Rússia “quase imediatamente” se descartar a luta para retomar o controle da península da Crimeia e a tentativa de aderir à Otan.

Trump se reunirá com o presidente ucraniano nesta segunda-feira, 18, na Casa Branca. O encontro acontece três dias após a reunião do chefe de governo dos Estados Unidos com o presidente da Rússia, Vladimir Putin.

"(Zelensky) pode terminar a guerra com a Rússia quase imediatamente, se quiser, ou pode continuar lutando”, disse Trump em sua plataforma Truth Social. “Lembrem-se de como começou. Sem recuperar a Crimeia dada por Obama (há 12 anos, sem um único tiro) e SEM QUE A UCRÂNIA ENTRE NA OTAN. Algumas coisas nunca mudam”.

Reuniões com líderes dos EUA

Trump também fez alusão à rodada de reuniões desta segunda-feira com os líderes europeus que acompanharão Zelensky e afirmou que se trata de um “grande dia na Casa Branca”, que nunca recebeu tantos líderes ao mesmo tempo e que é uma “honra para os Estados Unidos”.

Após a reunião de Trump com o presidente russo, Vladimir Putin, na última sexta-feira no Alasca (EUA), o chefe do governo americano defendeu um acordo de paz direto entre os dois países em conflito.

Espera-se que nas reuniões de amanhã na Casa Branca, os focos de discussão sejam as exigências da Rússia sobre a entrega de territórios e as garantias de segurança para a Ucrânia.

Viajarão a Washington a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen; o secretário-geral da Otan, Mark Rutte; os presidentes de França e Finlândia, Emmanuel Macron e Alexander Stubb, respectivamente; e os chefes de governo de Alemanha, Reino Unido e Itália, em sua ordem: Friedrich Merz, Keir Starmer e Giorgia Meloni.

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