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Trump assina decreto para fortalecer cibersegurança dos EUA

O assessor de Segurança Nacional do presidente, Tom Bossert, afirmou que a medida "deve manter os EUA mais protegidos de riscos de ciberataques"

Donald Trump: o decreto foi assinado no momento em que o governo Trump passa por uma crise, após a demissão do diretor do FBI (Aaron P. Bernstein/Reuters)

Donald Trump: o decreto foi assinado no momento em que o governo Trump passa por uma crise, após a demissão do diretor do FBI (Aaron P. Bernstein/Reuters)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 11 de maio de 2017 às 19h07.

Washington - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou um decreto nesta quinta-feira com o objetivo de fortalecer a cibersegurança do país.

O assessor de Segurança Nacional do presidente, Tom Bossert, afirmou que a medida "deve manter os EUA mais protegidos de riscos de ciberataques".

O decreto conta, entre outras questões, com a novidade que os chefes das agências governamentais deve ser responsabilizados por implementar ações de risco nos sistemas.

Segundo Bossert, o decreto foi motivado por questões domésticas e não tem relação com as investigações em andamento sobre uma possível interferência da Rússia nas eleições presidenciais, que teriam invadido o sistema eletrônico do Partido Democrata em um ciberataque.

O decreto foi assinado no momento em que o governo Trump passa por uma crise, após a demissão do diretor do FBI, James Comey, que liderava a investigação sobre a Rússia.

O presidente também assinou um decreto que convoca uma comissão para revisar supostas fraudes eleitorais e exclusão de votos no sistema americano.

Trump alegou, após vencer as eleições presidenciais, que entre 3 milhões e 5 milhões de pessoas votaram de forma ilegal no ano passado, a favor da democrata Hillary Clinton. Fonte: Associated Press.

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