Mundo

Soldados hastearão bandeira dos EUA que retiraram em 1961

Em 4 de janeiro de 1961, o sargento Jim Tracy e os cabos Larry Morris e Mike East foram designados para a tarefa de retirar a bandeira americana de Havana


	Bandeiras de Cuba (E) e Estados Unidos em Havana: na sexta, os três ex-marines estarão junto a Kerry na cerimônia de hasteamento da bandeira
 (Enrique De La Osa/Reuters)

Bandeiras de Cuba (E) e Estados Unidos em Havana: na sexta, os três ex-marines estarão junto a Kerry na cerimônia de hasteamento da bandeira (Enrique De La Osa/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 13 de agosto de 2015 às 14h17.

Priorizar nos meus resultados Google

Os três soldados que arriaram a bandeira americana em Cuba em 1961 voltarão nesta sexta-feira com o secretário de Estado John Kerry à ilha para hasteá-la novamente, anunciou a Casa Branca.

Em 4 de janeiro de 1961, o sargento Jim Tracy e os cabos Larry Morris e Mike East foram designados para a tarefa de retirar a bandeira que ondeava na embaixada americana em Havana.

Os Estados Unidos e Cuba romperam relações na véspera e a sede diplomática de Washington na ilha tinha suas horas contadas.

Do lado de fora, uma multidão de cubanos, esperançosos de conseguir visto para abandonar o país em meio à revolução, observou os militares baixar a bandeira e dobrá-la cerimoniosamente.

"Foi um momento emotivo", disse East, cinco décadas depois, em um vídeo difundido pelo site do departamento de Estado.

Nesta sexta, os três ex-marines estarão junto a Kerry na cerimônia de hasteamento da bandeira e reabertura da embaixada.

Para os idosos soldados, a cerimônia de sexta significará o conserto de um erro.

"A bandeira americana volta para onde deveria estar", indicou Morris.

Acompanhe tudo sobre:Países ricosAmérica LatinaEstados Unidos (EUA)CubaDiplomacia

Mais de Mundo

Trump promete US$ 1 milhão por denúncias de fraude eleitoral nos EUA

Trump diz que eleição brasileira pareceu 'manipulada', mas afirma gostar de Lula

Quando Trump vai reconhecer reeleição de Lula? Casa Branca segue em silêncio sobre vitória

Após reeleição de Lula, China quer aprofundar parceria com o Brasil