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Sócrates descarta pedir ajuda e revela maior redução do déficit luso

Segundo o primeiro-ministro português, queda no déficit chegou a 2%, fechando abaixo de 7,3%

José Sócrates, premiê português, garantiu que o país não pedirá ajuda, pois "não precisa" (Antonio Cruz/AGÊNCIA BRASIL)

José Sócrates, premiê português, garantiu que o país não pedirá ajuda, pois "não precisa" (Antonio Cruz/AGÊNCIA BRASIL)

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Da Redação

Publicado em 11 de janeiro de 2011 às 08h22.

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Lisboa - O primeiro-ministro de Portugal, José Sócrates, descartou nesta terça-feira pedir ajuda financeira após revelar que seu país ultrapassou em 2010 suas previsões para reduzir o déficit fiscal em dois pontos, até situá-lo abaixo de 7,3%.

Sócrates criticou os "rumores" sobre um possível resgate financeiro de Portugal e disse que só servem para prejudicar seu país e o euro e ajudar os especuladores.

Em um discurso diante da imprensa, o primeiro-ministro socialista garantiu que Portugal não vai pedir ajuda "porque não precisa".

O país, complementou, continuará financiando-se no mercado e cumprindo o programa de ajustes econômicos que em 2010 colocou entre os países europeus que mais reduziram seu déficit.

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