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Relatório dos EUA prevê fim do terrorismo islâmico até 2030

Em recente relatório, o Conselho Nacional de Inteligência americana assegura que "várias circunstâncias contribuirão para o fim próximo da fase islamita do terrorismo"

Bandeira dos Estados Unidos: as diferentes Primaveras Árabes "deram prova da legitimidade moral e estratégica da luta não-violenta", prossegue o relatório (©null / null)
DR

Da Redação

Publicado em 14 de dezembro de 2012 às 18h12.

A onda de terrorismo islamita em escala mundial deve cessar até 2030, indica um relatório do serviço secreto americano, ao qual a AFP teve acesso.

Em seu recente relatório intitulado "Tendências globais 2030", o Conselho Nacional de Inteligência americana (CNRE) assegura que "várias circunstâncias contribuirão para o fim próximo da fase islamita do terrorismo".

Segundo o CNRE, órgão dos serviços secretos americanos encarregado de realizar estudos estratégicos a médio e longo prazo, esses fatores são, em primeiro lugar, o fato de que ao deixar o Iraque e o Afeganistão, os Estados Unidos aparecerão menos como "o grande inimigo".

O texto acrescenta que "logo o apoio americano a Israel será o único motivo maior da fúria dos muçulmanos".

As diferentes Primaveras Árabes "deram prova da legitimidade moral e estratégica da luta não-violenta", prossegue o relatório.

"Os manifestantes atuaram em nome de valores democráticos, em nome da religião", acrescentou.

"É provável que ameaças mais sérias virão de movimentos afiliados à Al-Qaeda ou de outro tipo de movimentos terroristas islamitas", enfatizou.

"Adotando uma perspectiva mais global, o terrorismo poderá vir de outras religiões, como o cristianismo e o hinduísmo", indica o documento.

O futuro do terrorismo pode passar pela internet, conclui o informe, que teme a utilização de hackers por organizações terroristas para provocar danos em massa à economia mundial.

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Segundo o CNRE, órgão dos serviços secretos americanos encarregado de realizar estudos estratégicos a médio e longo prazo, esses fatores são, em primeiro lugar, o fato de que ao deixar o Iraque e o Afeganistão, os Estados Unidos aparecerão menos como "o grande inimigo".

O texto acrescenta que "logo o apoio americano a Israel será o único motivo maior da fúria dos muçulmanos".

As diferentes Primaveras Árabes "deram prova da legitimidade moral e estratégica da luta não-violenta", prossegue o relatório.

"Os manifestantes atuaram em nome de valores democráticos, em nome da religião", acrescentou.

"É provável que ameaças mais sérias virão de movimentos afiliados à Al-Qaeda ou de outro tipo de movimentos terroristas islamitas", enfatizou.

"Adotando uma perspectiva mais global, o terrorismo poderá vir de outras religiões, como o cristianismo e o hinduísmo", indica o documento.

O futuro do terrorismo pode passar pela internet, conclui o informe, que teme a utilização de hackers por organizações terroristas para provocar danos em massa à economia mundial.

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