Mundo

Prefeito de Nova York determina racionamento de gasolina

Com base no final das placas dos carros da cidade, em números pares ou ímpares, os motoristas poderão comprar gasolina em dias alternados


	Michael Bloomberg: a cidade de Nova York foi fortemente atingida pela falta de combustíveis desde que foi atingida pelo Sandy 
 (Getty Images)

Michael Bloomberg: a cidade de Nova York foi fortemente atingida pela falta de combustíveis desde que foi atingida pelo Sandy  (Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 8 de novembro de 2012 às 19h25.

Nova York - O prefeito da cidade de Nova York, Michael Bloomberg, determinou nesta quinta-feira o racionamento de gasolina devido a uma severa escassez causada pela supertempestade Sandy.

Com base no final das placas dos carros da cidade, em números pares ou ímpares, os motoristas poderão comprar gasolina em dias alternados, anunciou Bloomberg durante uma entrevista coletiva. As placas que terminam com uma letra poderão adquirir o combustível nos dias dos números ímpares, acrescentou.

O sistema, que segue um regime de racionamento parecido com o implementado em Nova Jersey na semana passada por causa do Sandy, começa às 6h00 (horário de Nova York) da sexta-feira, ele disse.

A cidade de Nova York foi fortemente atingida pela falta de combustíveis desde que foi atingida pelo Sandy há dez dias devido à falta de energia e aos estoques que estão retidos nas refinarias.

Bloomberg disse que apenas um quarto dos postos de gasolina da cidade está aberto.

Veículos de emergência, ônibus, táxis e alguns outros automóveis estão isentos do sistema de rodízio, disse.

Acompanhe tudo sobre:Metrópoles globaisFuracõesNova YorkCombustíveisGasolinaFuracão Sandy

Mais de Mundo

EUA sediarão negociações de cessar-fogo entre Israel e Líbano na próxima semana

Milei pede paciência diante da desaceleração econômica e queda em aprovação

Trump adverte o Irã para não cobrar taxas pelos navios que atravessam o Estreito de Ormuz

Melania Trump critica as alegações de conexão com Jeffrey Epstein e nega envolvimento no caso